UFSCar – Pesquisas investigam influência das águas do Amazonas no Atlântico
Laboratório da UFSCar integra projeto que também estuda a quantidade de plástico que é transportada para o oceano a partir do Rio Amazonas.
Laboratório da UFSCar integra projeto que também estuda a quantidade de plástico que é transportada para o oceano a partir do Rio Amazonas.
A Universidade Northwestern nos Estados Unidos criou uma nova tecnologia para capturar microplásticos da água — uma esponja capaz de absorver poluentes.
Durante evento promovido pela Associação Latino-Americana de Dessalinização e Reúso de Água (ALADYR), Diogo Taranto apontou as consequências das mudanças climáticas no nosso dia a dia e reforçou a importância
Conhecida como “ A Grande Barreira de Bolhas ”, esta solução foi desenvolvida por uma startup holandesa para capturar plástico em toda a largura e profundidade dos rios, para impedir
A agricultura e a pecuária são os setores que mais utilizam produtos plásticos, com 10,2 milhões de toneladas por ano.
Pesquisadores da UFRPE identificaram microplásticos em peixes no Canal de Santa Cruz, que separa a Ilha de Itamaracá do município de Itapissuma, litoral norte de Pernambuco.
“A iminente resposta global à pandemia de COVID-19 nos ensina a trabalhar juntos para combater os desafios comuns ao planeta e à humanidade”, disseram os Ministros na Declaração.
Um novo estudo rastreou a dispersão de partículas seguindo padrões atmosféricos em longas distâncias.
Já é bem conhecido e documentado o fato de que grandes quantidades de plástico entram nos oceanos todos os anos, poluindo as águas, espalhando lixo nas praias e ameaçando a
Poluição coloca animais em risco e entra na cadeia alimentar de espécies marinhas, que são consumidas pelas pessoas.
A digestão anaeróbica não apenas trata efluentes com eficiência, mas também pode gerar energia suficiente a partir de efluentes para impulsionar os processos de tratamento.
Pesquisadores examinaram o que acontece com pequenos plásticos em nanoescala que estão entrando no ambiente aquático.
Invisíveis porém penetrantes, os microplásticos são os novos contaminantes, originários do avanço das tecnologias que, embora evoluíram para melhorar nossas vidas, aceleraram os processos de contaminação.
Cientistas criaram um sistema de ímãs que remove e consegue modificar os microplásticos da água. A tecnologia utiliza a ferramenta feita de carbono.
Em seu primeiro relatório sobre o tema, Organização Mundial da Saúde recomenda reduzir poluição e ampliar pesquisa científica sobre microplásticos no corpo humano.
Pessoas que bebem água engarrafada ingerem 100.000 partículas adicionais anualmente.
Alunos da rede pública, pais, mães, professores, funcionários da Nova Olinda e da Compesa participarão da campanha para redução do uso de plástico e do descarte de lixo nos oceanos
À deriva no mar, as minúsculas partículas de plástico prejudicam a vida marítima. Em Aveiro, há uma solução para as destruir.
Os pesquisadores do Empa começaram agora a investigar como os microplásticos são gerados e de onde eles realmente provêm.
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