Energia

Pegue seu celular, abra o carro elétrico do vizinho, olhe para o telhado com placas solares na casa ao lado: há uma boa chance de que, no centro de cada um desses sistemas, exista uma bateria de íon-lítio.
Estudos demonstram que diferentes tipos de lodo da indústria de papel, tradicionalmente tratados como resíduo de baixo valor, podem ser transformados em biocombustíveis renováveis de alto rendimento.
A energia eólica, que transforma em eletricidade a força de um recurso inesgotável como o vento, é uma aposta sustentável e de valor para o futuro.
Pesquisadores brasileiros usam supercomputadores para prever misturas ideais de elementos comuns, como ferro e níquel, e criar catalisadores de baixo custo capazes de substituir materiais nobres e caros como a platina.
País abandona novas usinas, mas mantém antigas até 2040. Pela primeira vez, o Brasil eliminou todas as propostas de novas usinas termelétricas a carvão mineral. Ao mesmo tempo, ampliou contratos e incentivos para manter em funcionamento empreendimentos já existentes até, pelo menos, 2040.
Análise Socioeconômica de Custo-Benefício, realizada pela WWF, mostra que substituição evita perdas de 29,2 bilhões de reais.
Em uma estação de tratamento de águas residuarias, o processo de aeração é o maior consumidor de energia, sendo que as maiores oportunidades de economia de energia surgem nessa área.
O conceito da diversificação de fontes e supridores, tão familiar na teoria de mitigação de riscos pode ser aplicado agora diante do novo conflito no Oriente Médio.
Como a molécula de hidrogênio é muito pequena, vazando de quase qualquer material, as atenções se voltaram para o armazenamento de hidrogênio em estado sólido, no qual o hidrogênio é quimicamente absorvido por um material.
Um dos maiores parques termelétricos do Brasil alia Excelência Operacional e sustentabilidade com um Ecossistema de Soluções Tecnológicas de Ponta
A interdependência entre água e energia tem se tornado cada vez mais evidente diante dos desafios impostos pelas mudanças climáticas, pelo crescimento populacional e pela intensificação da demanda por recursos naturais.
Os combustíveis fósseis — como petróleo, gás natural e carvão — têm sido a espinha dorsal da matriz energética global por mais de um século. Eles são responsáveis por impulsionar a indústria, possibilitar a mobilidade e sustentar economias ao redor do mundo.
Um dos objetivos da inovação é reduzir o custo de produção do hidrogênio verde, ditado principalmente pelo custo da energia utilizada em sua produção.
A Academia Nacional de Engenharia (ANE), em parceria com o CIGRÉ-Brasil, divulgou o estudo “A importância das usinas hidrelétricas para o Sistema Interligado Nacional”, que reforça o papel estratégico das hidrelétricas na matriz elétrica brasileira.
Charles Chelala, do Grupo de Pesquisas em Petróleo e Sustentabilidade, enfatiza que a Petrobrás tem histórico de atuação segura e estratégica para o país.
Apesar dos discursos que colocam o país como um líder global na transição para uma economia descarbonizada, dados cruzados da Receita Federal e da Aneel mostram que desde 2002, o BNDES já concedeu R$ 17 bilhões de empréstimos aos derivados de petróleo além de R$ 2,3 bilhões de isenções fiscais em importação concedidas pelo governo federal desde 2017, em análise feita para a Agência Pública.