Energia

A nova fronteira do etanol brasileiro já não depende apenas da cana e do milho: empresas estudam e produzem combustível a partir de cereais de inverno, excedentes agrícolas e resíduos que antes tinham baixo valor comercial.
Combustível de avião feito de esgoto humano, sem petróleo bruto e sem plantar soja, milho ou cana: empresa britânica transforma lodo de estação de tratamento em biocrude, refina o material em SAF e fecha acordo de 15 anos para abastecer voos comerciais.
Calor desperdiçado por fábricas pode virar hidrogênio: cientistas usam catalisador de perovskita para extrair combustível da água a temperaturas até 500°C mais baixas.
Pesquisadores apostam em tecnologias capazes de armazenar energia com menor dependência de minerais críticos, como lítio, cobalto e níquel.
Avanço na tecnologia: Cientistas alcançam eficiência recorde de 31,3% ao transformar luz solar diretamente em hidrogênio, avanço que pode acelerar a produção de combustível limpo em larga escala e reduzir custos da energia renovável com uma tecnologia inédita.
Partículas sólidas e líquidas em suspensão no ar ajudam a resfriar o planeta, mas interações complexas tornam difícil prever o que acontecerá quando elas sumirem.
Sob pretexto de progresso tecnológico, boom dos data centers cria novas ‘zonas de sacrifício’, áreas de impacto sobre populações e meio ambiente, além de capturar a energia renovável que deveria estar ajudando a reduzir as emissões de carbono.
Capital de Goiás oferece um exemplo prático da combinação entre política ambiental, industrial e social.
Pegue seu celular, abra o carro elétrico do vizinho, olhe para o telhado com placas solares na casa ao lado: há uma boa chance de que, no centro de cada um desses sistemas, exista uma bateria de íon-lítio.
Estudos demonstram que diferentes tipos de lodo da indústria de papel, tradicionalmente tratados como resíduo de baixo valor, podem ser transformados em biocombustíveis renováveis de alto rendimento.
A energia eólica, que transforma em eletricidade a força de um recurso inesgotável como o vento, é uma aposta sustentável e de valor para o futuro.
Pesquisadores brasileiros usam supercomputadores para prever misturas ideais de elementos comuns, como ferro e níquel, e criar catalisadores de baixo custo capazes de substituir materiais nobres e caros como a platina.
País abandona novas usinas, mas mantém antigas até 2040. Pela primeira vez, o Brasil eliminou todas as propostas de novas usinas termelétricas a carvão mineral. Ao mesmo tempo, ampliou contratos e incentivos para manter em funcionamento empreendimentos já existentes até, pelo menos, 2040.
Análise Socioeconômica de Custo-Benefício, realizada pela WWF, mostra que substituição evita perdas de 29,2 bilhões de reais.
Em uma estação de tratamento de águas residuarias, o processo de aeração é o maior consumidor de energia, sendo que as maiores oportunidades de economia de energia surgem nessa área.
O conceito da diversificação de fontes e supridores, tão familiar na teoria de mitigação de riscos pode ser aplicado agora diante do novo conflito no Oriente Médio.
Como a molécula de hidrogênio é muito pequena, vazando de quase qualquer material, as atenções se voltaram para o armazenamento de hidrogênio em estado sólido, no qual o hidrogênio é quimicamente absorvido por um material.
Um dos maiores parques termelétricos do Brasil alia Excelência Operacional e sustentabilidade com um Ecossistema de Soluções Tecnológicas de Ponta
A interdependência entre água e energia tem se tornado cada vez mais evidente diante dos desafios impostos pelas mudanças climáticas, pelo crescimento populacional e pela intensificação da demanda por recursos naturais.