Mudanças climáticas
Uma análise de 60.000 registros de inundações, alagamentos, enchentes repentinas, deslizamentos de terra, tempestades e secas revela os impactos regionais no Brasil e pode orientar políticas públicas.
Mais do que temer o “super El Niño”, o país precisa transformar previsão em prevenção, cuidado e adaptação.
Partículas sólidas e líquidas em suspensão no ar ajudam a resfriar o planeta, mas interações complexas tornam difícil prever o que acontecerá quando elas sumirem.
75% dos municípios perderam superfície de água em corpos hídricos naturais e 71% viram áreas de reservatórios aumentarem; mudança foi mais acentuada no sul do bioma e no Matopiba.
Análise mostra redução das áreas alagadas entre 1985 e 2023 e reforça alerta para os impactos da crise climática e outras ações humanas sobre o maior sistema de áreas úmidas do planeta.
Estudo reconstrói 21 anos de água subterrânea no Brasil e mostra perdas em aquíferos estratégicos, com maior pressão em áreas afetadas por seca, irrigação, mineração e mudanças no uso da terra em regiões agrícolas e urbanas vulneráveis.
Um rio na Amazônia peruana chama atenção por registrar trechos com água acima de 90°C e chegar perto de 100°C, temperatura capaz de causar queimaduras graves e matar animais que caem no curso d’água.
Desenvolvida pelo Centro de Pesquisa e Inovação em Gases de Efeito Estufa da USP, a ferramenta disponível ao público permite análises aprofundadas sobre a região e subsidia a formulação de políticas públicas mais eficazes.
Especialistas apontam que mudanças climáticas podem levar organismos para áreas que não eram comuns.
Volume total dos reservatórios da Região Metropolitana de São Paulo é o menor em quase dez anos.
Documento traz dados preocupantes, mas aponta alguns caminhos que podem ser excelentes soluções.
ODS 6 e sua relação com o mundo, o Brasil e a Embrapa.
Estudo mostra que a bioeletricidade produzida a partir da cana-de-açúcar pode reforçar o sistema elétrico em períodos de estiagem.
Método combina eletroquímica com raios X de altíssima potência para observar como átomos metálicos se comportam dentro da enzima durante a reação; pesquisa usou infraestrutura do Sirius, acelerador de partículas em Campinas.
Estudo aponta efeito cascata que ameaça integridade do ecossistema.
Relatório da Unesco e dossiê internacional destacam a crescente presença de poluentes em fontes de consumo, sobretudo em países em desenvolvimento.
Experimento inédito no Golfo do Maine avalia se aumentar a alcalinidade da água pode ampliar a capacidade dos mares de absorver carbono e contribuir para conter o aquecimento global.
A resposta é sim, mas com algumas considerações importantes.
Com o crescimento da população, da urbanização e da atividade agroindustrial, o uso global de água doce deverá aumentar 55% até 2050.