Margem Equatorial pode garantir mais 40 anos de petróleo para Petrobras
Descoberta no poço pioneiro de Morpho, no Amapá, traz otimismo para a empresa e mercado após meses de campanha.
Descoberta no poço pioneiro de Morpho, no Amapá, traz otimismo para a empresa e mercado após meses de campanha.
Companhia gastará mais do que dobro do tempo previsto inicialmente, de cinco meses, para finalizar perfuração.
Pesquisas indicam que derramamentos podem atingir áreas costeiras do Amapá e de países vizinhos e recomendam ampliar os estudos antes de novos licenciamentos e leilões de blocos.
O MPF (Ministério Público Federal) recorreu ao TRF1 (Tribunal Regional Federal da 1ª Região) para suspender os efeitos da licença ambiental que autoriza a Petrobras a perfurar o bloco FZA-M-59,
Operação havia sido paralisada no início do ano devido a um vazamento de fluido de perfuração. ANP exigiu novas medidas de segurança.
Ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, comemorou a decisão e disse que a exploração da Margem Equatorial é o “futuro da soberania energética”. Perfuração, prevista para durar cinco meses,
Apesar de ainda não ter liberado a aguardada licença ambiental para a Petrobras explorar o bloco FZA-M-59, na bacia da Foz do Amazonas, na Margem Equatorial brasileira, o Ibama aprovou
Estimativa conservadora da EPE é atingir o pico de produção de 303 mil barris/dia após 14 anos do início da extração.
Petroleira tenta obter licença de exploração da região, mas esbarra em novo pedido do órgão ambiental
A Petrobras gasta R$ 3,4 milhões por dia com a unidade de perfuração e outros equipamentos e serviços parados no local.
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