Cagece realiza 15 estudos de viabilidade para começar dessalinização de água do mar
O governador Camilo Santa pediu em reunião, mais agilidade no processo de implementação das usinas.
O governador Camilo Santa pediu em reunião, mais agilidade no processo de implementação das usinas.
Segundo o governo, além de boa de beber, água dessalinizada é pura e evita doenças de veiculação hídrica.
“Deionização capacitiva” pode ser alternativa para a dessalinização por osmose reversa, o método mais usado atualmente.
Com a crescente escassez de água no Ceará, o Governo do Estado aposta em alternativas para diversificar sua matriz hídrica.
A metrópole, de 4 milhões de habitantes, ficará sem abastecimento de água doce no dia 21 de abril.
Carvões com características diferenciadas para essa aplicação foram desenvolvidos por pesquisadores do Departamento de Engenharia Química da UFSCar.
O cenário de escassez hídrica atinge diversas cidades no mundo.
Edital de operação e construção da usina para tirar o sal da água do mar será lançado no próximo ano.
Desde outubro deste ano, a B&F Dias faz parte da Associação Latino-Americana de Dessalinização e Reuso de Água – Aladyr.
As células solares usam a energia da luz para gerar elétrons (cargas negativas) e lacunas (cargas positivas), que são conduzidas para fora dos materiais semicondutores por eletrodos, saindo na forma
Cerca de 50 sistemas foram entregues e mais 150 estão previstas até o fim de 2018.
Projeto da UEPB já beneficia 37 famílias do Seridó paraibano onde não chove desde setembro.
Segundo o governador, será aberta a licitação para construir a usina de dessalinização do Ceará, que será a maior do País.
Enfrentando crise hídrica sem precedentes, estado importa do país do Oriente Médio tecnologia para dessalinizar água. Experiência foi anunciada em conferência sobre o futuro da Grande BH.
A obra da usina de dessalinização é estimada em R$ 500 milhões.
Cagece concluirá análise das propostas e decidirá os responsáveis pela elaboração dos documentos.
Tecnologia retira água da Baía de Guanabara e ajuda na produção de fluidos de perfuração e completação.
A relação do país quase desértico com a o recurso é contada pelo americano Seth M. Seigel em seu livro.
O evento acontece pela primeira vez no Brasil, na cidade de São Paulo, e reúne usuários finais, pesquisadores, consultores, universidades, indústrias entre outros.
Executivos estimam que cerca de R$ 3 bilhões poderiam ser investidos anualmente para sanar parte do déficit hídrico brasileiro por meio da retirada do sal do líquido.
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