MP e Vale definem novas medidas para evitar desabastecimento de água na Grande BH
O MP e a Vale assinaram um aditivo, por causa da ameaça das barragens em emergência, se romperem, podem afetar os rios das Velhas e Paraopeba
O MP e a Vale assinaram um aditivo, por causa da ameaça das barragens em emergência, se romperem, podem afetar os rios das Velhas e Paraopeba
A estação é necessária para garantir abastecimento de água para a Grande BH, já que parte do rio Paraopeba foi contaminada pela lama da barragem que se rompeu em 2019.
As águas são tratadas por estações instaladas pela Vale na região.
Sistema de governança adotado pela mineradora tem gerado extensos e profundos danos à sociedade, além de desrespeito aos direitos humanos.
Poços perfurados em série e filtros capazes de reter até metais pesados dissolvidos na água poderão abastecer 10 mil ribeirinhos.
A Vale está lançando o projeto piloto de recuperação ambiental de área impactada pelo rompimento da barragem na mina Córrego do Feijão, em Brumadinho/MG.
Com metade desse valor lucrado, a Vale conseguiria resolver o problema de lodo líquido acumulado.
A Companhia de Saneamento de Minas Gerais (Copasa) propôs que as obras assumidas pela Vale, que vão garantir o abastecimento de água na Grande BH em 2020, sejam antecipadas de
A Vale foi multada em R$1.620.000,00 pelo Instituto de Meio Ambiente do Espírito Santo (IEMA) por lançar no mar resíduos industriais, que aumentaram a turbidez da água.
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