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Descobrir, inventar e inovar

Descobrir, inventar e inovar  são termos que se confundem e normalmente são utilizados quando buscamos expressar novidades.

Enquanto a descoberta se refere a algo que já existia e foi encontrado, como um artefato arqueológico, a invenção se baseia na criação de algo novo, por exemplo, a do avião. Já a inovação traz um viés com impacto mercadológico, assim como o smartphone revolucionou a telecomunicação

Descobrir, inventar e inovar

Foto: Adobe Stock (Descobrir, inventar e inovar)

Na área ambiental, essas vertentes estão presentes. Prova disso, no campo das descobertas, são os estudos produzidos nas universidades e os avanços conquistados pelos times multidisciplinares que integram o Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC), que trazem informações usadas como subsídios para frear a mudança do clima.

Na área da invenção, temos exemplos que vão além do mundo físico. Isso porque, com a digitalização, boa parte das invenções surgem no digital, com softwares e algoritmos capazes de analisar Big Data. Esse volume de informações torna possível a tomada de decisões, reduzindo as incertezas associadas aos métodos de medição.

Algoritmos de Data Science, desenhados para prever comportamentos ambientais com precisões nunca vistas antes, permite, por exemplo, antever eventos catastróficos a partir de dados de entrada relativamente simples e de fácil obtenção em tempo hábil para mobilizar recursos e salvar vidas.

Há ainda a invenção de tecnologias imersivas, como os óculos de realidade virtual e aumentada, que permitem acessar áreas remotamente.


 

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No campo da inovação, há inúmeros feitos, como os carros elétricos que transportam bens e pessoas e podem utilizar energia fotovoltaica de baixo custo e limpa, reduzindo as emissões de gases de efeito estufa.

Um grande destaque da atualidade, que alia invenção e inovação, é o metaverso. Além de questões mais triviais, como a redução da necessidade de locomoção, já que a sociedade estará adaptada a se encontrar no virtual – onde está o metaverso –, temos questões não tão óbvias, como os Digital Twins, que são representações exatas de um ativo, que pode ser desde uma fábrica, instalação ou um organismo vivo. Elas – quando combinadas com tecnologias de sensorização e comunicação em nuvem, como a Internet das Coisas, e inteligência artificial – possibilitam testagem de comportamentos e realizações de predições.

Não há dúvidas que ainda existe espaço de sobra para descobrir, inventar e inovar. Investimentos têm sido feito para se atingir a evolução da Indústria Ambiental 4.0, promovendo a digitalização, integração de sistemas e conectividade em níveis nunca imaginados, gerando, com isso, insights a partir dos dados ambientais que promovam ações responsáveis e embasadas para garantir um futuro saudável e com qualidade de vida.

Por Calvin Stefan Iost – mestre em meio ambiente e líder de inovação e digitalização da Cetrel.

Fonte: Cetrel


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