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Acelerada pelo Google, Agrosmart recebe aporte do fundo de investimento paulista, após convite para programa da NASA

Publicado em 13/07/2016 às 14:01:26

Plataforma monitora plantações em tempo real, auxilia produtor na tomada de decisão no campo, reduz consumo de água e energia e aumenta a produtividade

A Agrosmart, empresa que criou o conceito de cultivo inteligente, monitorando fazendas em tempo real, recebe aporte do Fundo de Inovação Paulista, realizado pela Desenvolve SP, e agora faz parte do portfólio de empresas da SP Ventures (www.spventures.com.br). O fundo tem patrimônio de R$ 105 milhões e realiza aportes que variam de R$ 2 milhões a R$ 6 milhões por companhia.

O destaque da ferramenta desenvolvida pela Agrosmart é proporcionar uma economia de até 60% no uso de água e energia na irrigação. A plataforma monitora, por meio de sensores no campo, mais de 10 variáveis ambientais e gera recomendações ao agricultor em relação à irrigação, doenças e pragas. Com a solução, agricultores podem economizar até 60% de água e energia, o que impacta consideravelmente os lucros e traz mais sustentabilidade para a agricultura, otimizando o uso dos recursos naturais.

O processo consiste na instalação de inúmeros sensores espalhados pelo campo, responsáveis por monitorar e entender as necessidades da plantação a cada momento. O acesso ao aplicativo pode ser feito de qualquer lugar, permitindo com que o profissional e o produtor monitorem o plantio independente de onde estiverem, por meio de um tablet, computador ou smartphone.

Os fundadores da Agrosmart, Mariana Vasconcelos, Raphael Pizzi e Thales Nicoleti, já constatam excelentes resultados dos agricultores que contrataram a solução para suas plantações. “A Agrosmart leva os produtores brasileiros para a era da agricultura digital por meio do conceito de Smart Farming. Levamos para o campo ferramentas para uma melhor tomada de decisão, que permitem otimizar os resultados do agricultor e ao mesmo tempo auxiliar na utilização responsável de recursos hídricos”, afirma Mariana Vasconcelos, CEO da Agrosmart.

Tamanha inovação não passou despercebida de grandes empresas. Exemplo disso, após a premiação do Call to Innovation e participação no programa “Global Solutions Program”, na Singularity University, a empresa foi convidada pela NASA (Agência Espacial Americana) para um programa de transferência de tecnologia. Além disso, o Google também selecionou a empresa para receber um investimento e participar do programa Launchpad Accelerator.

O aporte recebido pelo Fundo de Inovação Paulista, gerido pela SP Ventures, corrobora uma inevitável tendência de adoção de tecnologia de ponta no agronegócio brasileiro. “Temos um problema sério para a população mundial: em pouco mais de 25 anos, se não superarmos os atuais níveis de produtividade percebidos no campo, não haverá alimento suficiente para todos no planeta. Neste trágico contexto, auxiliar financeiramente a expansão comercial e aprimoramento tecnológico de empresas como a Agrosmart torna-se cada vez mais importante”, afirma Francisco Jardim, diretor geral da SP Ventures.

Sobre a Agrosmart
A Agrosmart conecta o agricultor a sua plantação. Assim ao monitorar mais de 10 variáveis ambientais, a plataforma gera informações relevantes que auxiliam o produtor em uma melhor tomada de decisão e gestão do agronegócio em relação a irrigação, doenças e pragas, economizando até 60% de água, energia e aumentando a produtividade ao mesmo tempo.

Sobre Mariana Vasconcelos
Mariana Vasconcelos formou-se em Administração pela Universidade Federal de Itajubá/MG (UNIFEI) e está cursando MBA em Agronegócio na Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (ESALQ/USP). Em 2014 fundou a Agrosmart, que monitora plantações para auxiliar o agricultor em uma melhor tomada de decisão, depois de detectar a necessidade de melhorar a agricultura que seus pais tinham, no interior de Minas Gerais. Mariana foi chamada para participar de um programa na Singularity University, escola de inovação da NASA, representando a Agrosmart, além de ter sido convidada pelo Google para ser parte do programa Blackbox Connect e compor um plantel de 18 líderes femininas de 14 países diferentes.


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