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Veolia inaugura usina de biomassa em AL para atender Braskem

Veolia inaugura usina de biomassa em AL para atender Braskem

Veolia Inaugura Termelétrica de Biomassa: Redução Anual de 150 mil Toneladas de CO2 e Parceria Sustentável com Braskem em Alagoas

Veolia inaugura usina de biomassa em AL para atender Braskem

 

Com um aporte de R$ 400 milhões e a previsão de redução anual de 150 mil toneladas de CO2 emitido a partir de 2025, a Veolia inaugurou uma termelétrica que usará biomassa de eucalipto para gerar energia limpa pelos próximos 20 anos. O empreendimento, situado no município de Marechal Deodoro (AL) e que gerou mais de 200 empregos, promete uma redução de mais de 30% nas emissões de gases de efeito estufa, e foi construída para atender 100% ao consumo da Braskem. A companhia vai substituir o gás fóssil pelo vapor gerado da queima da madeira de eucalipto para atender a demanda térmica de uma planta de PVC em Alagoas. A inauguração aconteceu no dia 14, com a presença de membros da diretoria da Veolia e de autoridades do município e do Estado.

“Com esta inauguração, reforçamos não apenas o avanço no setor energético e ambiental em Alagoas, mas, também, celebramos a bem-sucedida parceria entre o setor privado e o governo estadual para impulsionar o desenvolvimento sustentável. Alagoas, líder no Norte-Nordeste e 6º nacional em produção de biomassa de cana de açúcar, destaca-se com uma matriz energética composta por mais de 87% de fontes renováveis. O potencial para energia solar, eólica, biomassa e gás natural, aliado aos projetos em curso, consolida nosso compromisso com um futuro sustentável para o estado”, discursou o governador Paulo Dantas.

O grupo multinacional francês Veolia, com quase 220.000 colaboradores nos cinco Continentes, concentra-se na concepção e implementação de soluções práticas para a gestão global de água, resíduos e energia. O projeto da termelétrica promete gerar 900 mil toneladas de vapor por ano, ao longo de duas décadas, resultando na redução de, aproximadamente, 150 mil toneladas de CO² anualmente.

“Focados na sustentabilidade, ecoeficiência e produtividade, estamos mirando atender a toda a demanda de vapor para manter nossa operação sempre no topo. A Veolia está comandando a maior parte desse projeto, cuidando da gestão agroflorestal de mais de 5.5 mil hectares de eucalipto, projetando e construindo as usinas de biomassa e vapor. E não para por aí, a Veolia vai operar e fazer a manutenção de tudo por uns bons 20 anos. É uma jornada verde e eficiente!”, destacou Pedro Prádanos, CEO da Veolia no Brasil.

Veolia Water Technologies & Solutions

Sobre a termelétrica

Com foco na sustentabilidade, a solução visa atender à demanda de vapor necessária para a operação contínua e de alta performance da petroquímica da Braskem. Para atingir esse objetivo, a Veolia é a responsável pelo gerenciamento da maior parte do projeto, incluindo o processo de gestão agroflorestal de mais de 5.5 mil hectares de eucalipto, a concepção do projeto de engenharia e a construção das usinas de processamento de biomassa e de produção de vapor, além da operação e manutenção de toda a instalação durante os 20 anos do contrato. A Braskem realizará investimentos internos para adequar o complexo de Marechal Deodoro ao novo arranjo termoelétrico.

Além da inauguração da usina, o evento contou com o lançamento do projeto Energia Limpa e Eficiente, coordenado pela Veolia, em parceria com a Grune. Esse projeto visa atender o setor químico local na região metropolitana de Alagoas, promovendo energia limpa.

O fornecimento de energia térmica tem um contrato de 20 anos. O projeto começou a ser gestado em 2017 e, segundo os executivos, é o primeiro projeto da região a substituir a energia térmica, anteriormente gerada por combustíveis fósseis, por uma fonte de energia limpa.

“Este é um claro processo de transição energética. Se fala muito do dilema do tripé energético, pois precisamos de uma energia competitiva, confiável e sustentável. (…). Quando falamos de fontes térmicas é mais complexo este projeto e este projeto permite isso. A Braskem tem uma percepção clara de que precisa de parcerias para acelerar o processo de descarbonização. O futuro de seis anos atrás chegou hoje”, diz Checcucci.

Fonte: Revista OE


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