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Sabesp dá pontapé inicial em projeto de integração de dados para melhorar gestão de água

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Iniciativa tomada em conjunto com empresas de TI fornecerá plataforma baseada em Data-Driven para a Unidade de Negócio Leste da Sabesp; foco será na redução de perdas reais e aparentes e em faturamento e arrecadação

 

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Imagem Ilustrativa

 

A Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo (Sabesp), mais especificamente a Unidade de Negócio Leste, tomou a decisão de aperfeiçoar seus processos com foco no cliente e no aumento da efetividade operacional. A intenção da unidade é reduzir desperdícios, eliminar atividades que não agregam valor, simplificar a operação para o aumento de produtividade e ampliar a oferta de serviços e produtos.

Como parte da implantação desse modelo ágil de gestão operacional, a Unidade de Negócio Leste, em parceria com a Enops Engenharia, a Suez Brasil e a Engineering, começaram a desenvolver um pilar tecnológico por meio de soluções que visam decisões ágeis e precisas.

Caberá a Engineering integrar cerca de 40 fontes de dados em seus diversos formatos, prevendo chegar a um volume aproximado de um 1 terabyte para a carga histórica dos dados. A previsão é alcançar 5 terabytes até 2025. Esses dados fornecem as principais informações do negócio – água, esgoto e comercial, e, agora, estarão em uma plataforma única e centralizada, permitindo uma tomada de decisão mais ágil.

Descentralização dos dados e a falta de uniformidade

De acordo com Maycon Rogério de Abreu, superintendente da Unidade de Negócio Leste, hoje, a grande dificuldade é a descentralização dos dados e a falta de uniformidade para obtê-los.

“Para se ter uma informação operacional, como a de arrecadação, por exemplo, demanda-se muito tempo e o envolvimento de diversas áreas e pessoas para lapidar os dados até o seu menor nível. Além disso, cada profissional apresenta a análise sob sua ótica. Com o projeto, teremos um acompanhamento online dos 55 indicadores de resultados e suas mais de 600 variáveis de controle e esforços. Tudo por meio de modelos estatísticos proporcionados por tecnologias como inteligência artificial, IoT e Big Data”, acrescenta Abreu.


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A expectativa é que o projeto seja lançado em agosto. Por enquanto, a fase é de definição das possibilidades de apresentação dos dados nos dashboards, que são painéis com indicadores que contemplarão os principais processos de negócio: água, esgoto e comercial.

“As informações estão sendo estruturadas para obtermos uma análise crítica e em tempo real de todos os indicadores de resultados e drivers dos processos principais do negócio”, diz o superintendente.

Redução de perdas reais

Entre as análises disponíveis, estarão a redução de perdas reais e aparentes, reclamações de vazamento de água e de alta do consumo, a diminuição de evasão e do índice de obstrução de esgoto, os faturamentos, a arrecadação e todos os serviços correlatos.

As informações estarão disponíveis para toda a Unidade de Negócio Leste, que abrange parte da zona leste da Capital e mais oito municípios, por meio de suas três Unidades de Gerenciamento Regional, com dados disponíveis por Setores de Abastecimento, Distritos de Medição e Controle (DMC) e Bacias de Esgotamento Sanitário. Quando pronto, o projeto impactará cerca de três milhões de pessoas e um milhão de residências e comércios.

A expectativa é que, com as informações centralizadas e disponíveis em uma única plataforma, a Unidade de Negócio Leste tenha uma melhora no serviço prestado para a população, mitigando impactos como a falta de água e a resolução de solicitações, como as revisões de contas, por exemplo, num tempo mais ágil.

Fonte: IP News.


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