País que desperdiça 37% da água não pode mais adiar a dessalinização | Engeper Ambiental
O Brasil atravessa 2026 discutindo segurança hídrica da mesma forma que discutia há vinte anos, sempre depois do problema instalado.
O Brasil atravessa 2026 discutindo segurança hídrica da mesma forma que discutia há vinte anos, sempre depois do problema instalado.
Desperdício na distribuição compromete a sustentabilidade dos sistemas de abastecimento e amplia os custos do saneamento.
O estudo “Perdas de Água 2026”, do Instituto Trata Brasil, mostra que o país ainda enfrenta um cenário de forte desperdício no sistema de abastecimento.
Após o marco regulatório impulsionar concessões e investimentos, Sabesp e Aegea aceleram para cumprir a meta de universalização: “Sem privatização e leilões não chegaremos lá”, diz ex-CEO da BRK
De acordo com o presidente da empresa de saneamento de Campinas, futura Estação Produtora de Água de Reúso (EPAR) devolverá aos rios água com 99% de grau de pureza.
Setor adota práticas como reúso de água e a transformação de dejetos em biogás, fertilizante e até tijolos. Monitoramento em tempo real da distribuição antecipa situações de estresse para o
emos o prazer de convidá-lo(a) para a Conferência Waterloss 2026, o principal evento global dedicado aos desafios e soluções na gestão de perdas de água.
O Brasil caminha para uma crise de segurança hídrica evitável, tratando o recurso mais vital para o desenvolvimento como se fosse infinito.
Titular da USP, Ricardo Hirata diz que Sacre mapeou áreas para novo complexo de poços.
Programação contemplará temas que vão desde o controle de perdas de água, Energias alternativas e eficiência energética, Manutenção, operação e automação de equipamentos, até saneamento rural e saúde pública.
Resultado da capacitação será um edital que permitirá que a autarquia contrate uma empresa para executar o programa de controle e redução de perdas de água por meio de um
Iniciativa tomada em conjunto com empresas de TI fornecerá plataforma baseada em Data-Driven para a Unidade de Negócio Leste da Sabesp; foco será na redução de perdas reais e aparentes
Até 2025, o índice de água tratada desperdiçada na rede de distribuição de Caxias do Sul deve cair cerca de 20%.
Melhorias também foram adotadas para o pleno funcionamento da infraestrutura de esgoto da região.
Redução de 4% da disponibilidade nos últimos cinco anos está ligada ao crescimento populacional.
MDR acompanhou a abertura de propostas para seleção de empresa que vai assumir distribuição de água e coleta de esgoto em Maceió, Alagoas.
Para que não falte água, o índice de perdas no sistema também tem de cair dos atuais 37% para pelo menos 25% em 2035, de acordo com a Agência PCJ.
Legislação que trata do setor foi sancionada na quarta-feira (15) pelo presidente Jair Bolsonaro.
Com o objetivo de promover economia e evitar o desperdício de água no processo de tratamento, o DAEV construiu duas ETL junto a ETA.
O objetivo do projeto em pauta é reduzir 15% do índice de perdas de água, ampliar a oferta de água potável e expandir a coleta de esgoto aos habitantes.
Confira abaixo os principais artigos da semana