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Nobel de Física premia cientistas que conseguiram “prever o aquecimento climático com segurança”

A Academia Real de Ciências de Estocolmo anunciou nesta terça-feira (5) os vencedores do prêmio Nobel de Física 2021 por “contribuições inovadoras para o entendimento dos complexos sistemas físicos”

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Imagem ilustrativa

Os premiados são dois especialistas em modelagem física de mudanças climáticas, o nipo-americano Syukuro Manabe e o alemão Klaus Hasselmann, além do italiano Giorgio Parisi, teórico de sistemas físicos complexos.

A Academia Real de Ciências de Estocolmo anunciou nesta terça-feira (5) os vencedores do prêmio Nobel de Física 2021 por “contribuições inovadoras para o entendimento dos complexos sistemas físicos”.

Os premiados são dois especialistas em modelagem física de mudanças climáticas, o nipo-americano Syukuro Manabe e o alemão Klaus Hasselmann, além do italiano Giorgio Parisi, teórico de sistemas físicos complexos.

A metade do prêmio recompensa conjuntamente Manabe, de 90, e Hasselmann, de 89, ambos pesquisadores meteorológicos,

“por modelar fisicamente o clima da Terra e por quantificar sua variabilidade e prever com segurança o aquecimento climático”, de acordo com o júri.

Com este prêmio em meio a uma crise climática, o comitê do Nobel recompensa o trabalho fundador de Manabe, da Universidade de Princeton (EUA), sobre o efeito estufa na década de 1960, pelo qual ele mostrou que os níveis de CO2 na atmosfera correspondiam ao aumento da temperatura da Terra.


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O alemão Hasselman do Instituto Max Planck de Meteorologia (Hamburgo, Alemanha) é creditado por ter conseguido estabelecer modelos climáticos confiáveis, apesar das grandes variações climáticas.

Sistemas complexos

A outra metade do prêmio vai para Parisi, 73, da Universidade Sapienza, de Roma, “por descobrir a interação da desordem e das flutuações nos sistemas físicos da escala atômica à planetária”. Seu trabalho estava entre “as contribuições mais importantes” para a teoria dos chamados sistemas complexos.

No ano passado, o prêmio foi entregue ao britânico Roger Penrose, ao alemão Reinhard Genzel e à americana Andrea Ghez, três pioneiros na pesquisa sobre “buracos negros”, regiões do universo das quais nada escapa.

A astronomia também foi coroada em 2019, com a descoberta do primeiro exoplaneta, fazendo com que a bolsa de apostas do Nobel pensasse que o prêmio da física se afastaria do espaço sideral este ano.

Fonte: Uol.


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