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Mirando “pré-sal caipira”, EVA Energia, empresa de geração de energia renovável do Grupo Urca, inaugura sua terceira usina movida a biogás em SP

Mirando “pré-sal caipira” – A empresa EVA Energia, do Grupo Urca, iniciou nesta semana as atividades da sua terceira usina de biogás em São Paulo e está focando no ‘pré-sal caipira’, ou seja, nos rejeitos vindos de aterros e da agricultura.

A EVA Energia, empresa de energia renovável do Grupo Urca, está inaugurando sua terceira usina de Biogás neste mês, em Mauá (SP), e está fazendo parcerias para seu próximo ciclo de expansão que deve envolver uma nova fronteira de fornecedores de insumos, como empresas do agronegócio

Mirando “pré-sal caipira”

Foto Divulgação EVA Energia

De acordo com Eduardo Lima, CEO da Eva Energia, no pipeline, há mais três aterros de proteína animal, aterros sanitários e outros, da parte de etanol de milho e vinhaça. O executivo ressaltou que a EVA Energia vê o extenso potencial no chamado “pré-sal caipira”.

Brasil seria capaz de produzir 19 GW por meio do “pré-sal caipira”

O pré-sal caipira citado pelo executivo são os rejeitos do agronegócio que podem servir como insumo para uma usina de biogás, gerando energia elétrica ou, também, para a produção do biometano, um combustível sustentável que pode substituir o gás natural.

 


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Para a associação setorial Abiogás, a estimativa é que o Brasil tenha matérias-primas de resíduos de saneamento e agroindústria para suprir usinas de biogás de 19 GW de capacidade instalada para a produção de eletricidade, o que poderia ser feito com uma oferta de 120 milhões de m² de biometano diários. Para se ter uma ideia, a gigante Itaipu Binacional possui capacidade de 14 GW, em relação a atual produção de gás natural do Brasil, com grande parte vindo do pré-sal, partindo da casa dos 134 milhões de metros cúbicos por dia.

A empresa do Grupo Urca está colocando em atividade nesta semana, sua usina de biogás de 5 MW de potência em Mauá (SP), que usará a matéria-prima do pré-sal caipira, que é produzido no aterro sanitário Lara Central de Tratamento de Resíduos. Ao total, a EVA Energia recebeu investimentos de 11 milhões de reais em investimentos e tem basicamente toda sua energia já comercializada para outras empresas.

Unidades da EVA Energia em operação no Brasil

Além da usina de biogás em SP, o Grupo Urca possui usinas operacionais situadas em Seropédica (RJ) e em Ipiranga do Norte (MT), que juntas contam com 8 MW de capacidade instalada e usam o pré-sal caipira para a geração de energia elétrica.

As três unidades operam na modalidade de geração distribuída e, ao total, receberam R$ 50 milhões de reais em investimentos. O próximo empreendimento da empresa já está em construção e ficará em São Gonçalo (RJ), onde mais 5 MW de potência instalada serão gerados a partir do biogás de aterro.

A estimativa é que este entre em operação já no segundo semestre. Em paralelo, a empresa está negociando parcerias para uma segunda fase de expansão, que deve precisar de mais R$ 60 a R$ 70 milhões em investimentos.

Outras matérias-primas podem vir do ”pré-sal caipira”

A EVA Energia começou a estruturar seus empreendimentos ao lado de aterros por serem de mais fácil acesso, com fornecimento mais estável do biogás, entretanto agora mira novas fronteiras, de acordo com o presidente.

Segundo Lima, novas negociações e parcerias envolvendo insumo oriundo de rejeitos de etanol de milho e óleo de palma estão sendo feitas e afirma que em breve, a empresa do Grupo Urca apresentará esses projetos.

Neste ano, o Biogás e o Biometano ganharam uma atenção maior do governo, que desenvolveu uma estratégia para fomentar a construção de novas unidades de produção. No fim do último ano, a Raízen começou a construção de uma nova usina de biogás em Piracicaba (SP).

Fonte: Click Petróleo e Gás


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