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Cetesb e Daee ampliam monitoramento de águas subterrâneas

Empresas vão instalar mais 36 poços para controlar qualidade da água nos aquíferos Bauru e Guarani

A Companhia Ambiental Paulista (Cetesb) e o Departamento de Águas e Energia Elétrica vão instalar mais 36 poços na rede de monitoramento de águas subterrâneas localizadas no estado de São Paulo. Atualmente, a rede conta com 28 poços, pelos quais é medida a qualidade das águas subterrâneas.

 

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O objetivo é aumentar a capacidade de monitoramento integrado da qualidade e quantidade das águas subterrâneas, na região centro-oeste do Estado, onde estão localizados esses principais aquíferos – como Bauru e Guarani. Os dois somam uma área de cerca de 120 mil km².

Segundo Rosangela Pacini Modesto, gerente do Setor das Águas Subterrâneas e do Solo da Cetesb, é importante melhorar o monitoramento especialmente para tentar reduzir os riscos de poluição dos aquíferos. “Esses aquíferos ocupam mais de 50% do território paulista e sofrem grande pressão por causa do potencial poluidor das atividades econômicas instaladas nessas regiões”, disse.

Recursos do BIRD

A ampliação da rede de monitoramento de águas subterrâneas está sendo integralmente financiada com recursos do Banco Mundial – BIRD, no âmbito do Projeto de Transporte Sustentável de São Paulo – Programa de Transporte, Logística e Meio Ambiente.

O valor total para a instalação dos 36 poços é de US$ 570 mil, ressaltando que a ampliação da rede é um dos indicadores do Projeto no componente de monitoramento da qualidade ambiental.

O término da implantação dos novos poços está previsto para meados de 2018.

Resultados

As informações coletadas por meio dessa tecnologia vão orientar as políticas públicas que podem ser adotadas em conformidade ao Plano Nacional de Recursos Hídricos e à Polícia Nacional do Meio Ambiente.

Os poços também vão garantir a produção de estimativas mais precisas dos balanços hídricos em São Paulo, porque as medições serão feitas em conjunto com as já realizadas nos postos pluviométricos e fluviométricos da Rede Hidrológica Básica do Daee.

Por meio desses dados, a Cetesb também vai conseguir antecipar problemas de contaminação e/ou escassez de água.

Fonte: CETESB

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