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Brasil lidera competitividade de hidrogênio, diz estudo

Brasil lidera competitividade de hidrogênio, diz estudo

O Brasil tem as condições ideais para ser um dos fornecedores mais competitivos de hidrogênio verde e seus derivados para o mercado europeu, segundo um levantamento recém-divulgado

As estimativas foram feitas a pedido da H2Global, uma iniciativa alemã cujo objetivo é desenvolver o mercado global desse novo vetor energético. O país tem planos ambiciosos de uso e importação de hidrogênio.

Foram examinadas 39 regiões de 12 países com grande potencial de produzir energias renováveis, o insumo mais importante da cadeia do hidrogênio.

Os pesquisadores também levaram em conta pontos como infraestrutura local para armazenamento e a logística para que a produção seja transportada para a Europa.

No Brasil, na Austrália e na Colômbia, o custo de produção de 1 kg de hidrogênio verde ficaria entre € 3,21 e € 3,60, valores “equivalentes ou abaixo dos custos atuais usando combustíveis fósseis, considerando os altos preços do gás natural”, afirma o estudo.

Espanha e Argélia também foram destacados pelo Instituto Fraunhofer, da Alemanha.

“O Rio Grande do Norte se destaca com o potencial combinado de solar e eólica e o consequente custo [competitivo]. Além disso, a distância a ser coberta [até a Europa] é razoável em comparação com outras localidades”, afirma o estudo.

O trabalho se baseou no potencial teórico de algumas regiões dentro dos países selecionados. Em todo o mundo, a maior parte dos grandes projetos para produção de hidrogênio ainda está em fase de estudos.

No Brasil, o Porto de Pecém, no Ceará, tem o maior número de iniciativas voltadas para a exportação, mas em nenhuma delas foi tomada uma decisão final de investimento.

O levantamento fez cálculos para as variadas formas que o hidrogênio pode tomar. No caso brasileiro, a expectativa é que ele seja transformado em amônia para otimizar o transporte intercontinental.Já nos países do Norte da África, por exemplo, a expectativa é que o hidrogênio seja transportado por gasodutos. O estudo também faz cálculos para a logística do hidrogênio líquido (que exige refrigeração a -253°C) e para os casos em que ele seja transformado em combustível de aviação.

Fonte: reset


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