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Projeto de bancos mira bioeconomia na Amazônia

Bancos investem na Bioeconomia da Amazônia

Itaú, Bradesco e Santander participam de iniciativa para estimular criação de startups – O investimento totaliza R$ 70 milhões

Os três maiores bancos privados do país - Itaú Unibanco, Bradesco e Santander - vão destinar recursos a um projeto que quer capacitar 3 mil pessoas e estimular a criação de 200 startups na Amazônia, em três anos, para estimular a bioeconomia na região.

Bancos e a Bioeconomia na Amazônia – Os três maiores bancos privados do país – Itaú Unibanco, Bradesco e Santander – vão destinar recursos a um projeto que quer capacitar 3 mil pessoas e estimular a criação de 200 startups na Amazônia, em três anos, para estimular a bioeconomia na região.

O investimento totaliza R$ 70 milhões.

A plataforma é liderada pela Fundação Certi, que faz a gestão do programa, e integra o Plano Amazônia, iniciativa dos três bancos para estimular a economia sustentável da região.

O projeto, que terá editais a partir do início de 2023, vai envolver três frentes.

A primeira é voltada à capacitação dos interessados, com apoio a atividades que incluem mentorias, treinamentos e recursos não reembolsáveis, auxiliando nos primeiros passos. O diagnóstico é o de que há um gargalo de empresas nesses setores, limitando o crescimento da bioeconomia. Além dos bancos, o Fundo Vale aportará recursos na iniciativa.

A segunda frente consiste no processo de melhoria das condições de performance das startups de impacto mais promissoras. A fundação vai fornecer suporte para desenvolver, entre as que vão nascer e as já existentes, as cem mais promissoras.


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A terceira iniciativa visa fortalecer até dez organizações estratégicas do ecossistema. A Certi apoiará incubadoras, aceleradoras e “venture builders”.

“A intenção é atrair indústrias que tenham interesse nessas startups. Como investidoras, vão apresentar um papel de mentoria para chegar ao mercado em que a indústria já atua, aumentando a chance de sobrevivência dessas empresas”, diz Marcos Da-Ré, diretor de economia Verde da Fundação Certi.

Fonte: Valor Econômico


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