Perfuração de primeiro poço na Foz do Amazonas deve ser concluída até início de setembro, diz Petrobras
Companhia gastará mais do que dobro do tempo previsto inicialmente, de cinco meses, para finalizar perfuração.
Companhia gastará mais do que dobro do tempo previsto inicialmente, de cinco meses, para finalizar perfuração.
Pesquisas indicam que derramamentos podem atingir áreas costeiras do Amapá e de países vizinhos e recomendam ampliar os estudos antes de novos licenciamentos e leilões de blocos.
A exploração e produção de petróleo e gás em terra, conhecida como onshore, desempenha um papel estratégico para o setor energético brasileiro.
O MPF (Ministério Público Federal) recorreu ao TRF1 (Tribunal Regional Federal da 1ª Região) para suspender os efeitos da licença ambiental que autoriza a Petrobras a perfurar o bloco FZA-M-59,
Operação havia sido paralisada no início do ano devido a um vazamento de fluido de perfuração. ANP exigiu novas medidas de segurança.
Ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, comemorou a decisão e disse que a exploração da Margem Equatorial é o “futuro da soberania energética”. Perfuração, prevista para durar cinco meses,
Apesar de ainda não ter liberado a aguardada licença ambiental para a Petrobras explorar o bloco FZA-M-59, na bacia da Foz do Amazonas, na Margem Equatorial brasileira, o Ibama aprovou
Foram escolhidos, através de votação, 30 delegados que devem representar a sociedade, setores públicos e privados. Conferência aborda diversas temáticas referentes à mudança climática.
Segundo a carta, as emissões do setor de exploração e produção de petróleo e gás representam apenas 5,5% do setor energético e 1% do total nacional.
Petroleiras devolveram 54% da produção em novembro; taxa de reinjeção segue acima da média de países com predomínio de gás associado.
E, diferentemente do que alguns fazem crer, estarão em risco se a Petrobras abrir novos poços de petróleo na região.
Grupo de 26 analistas ambientais recomendou negar e arquivar pedido de licença da Petrobras para explorar petróleo na região, mas instituto manteve processo.
Petroleira tenta obter licença de exploração da região, mas esbarra em novo pedido do órgão ambiental
Estatal pediu para explorar campo com potencial de 14 bilhões de barris de petróleo. Parecer do Ibama diz que, entre outros pontos, Petrobras não apresentou garantias para a fauna local
A equipe técnica do Ibama recomendou que o instituto negue a licença ambiental para a perfuração exploratória da Petrobras na Bacia da Foz Amazonas, na costa entre o Amapá e
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