MP quer transparência sobre qualidade da água do Rio de Janeiro
As instalações da Estação de Tratamento de Águas do Guandu, operada pela Cedae foram vistoriadas por uma comissão do Gaema.
As instalações da Estação de Tratamento de Águas do Guandu, operada pela Cedae foram vistoriadas por uma comissão do Gaema.
Aproveitamento da água, reúso, construções sustentáveis, dessalinização e despoluição são algumas das alternativas possíveis para combater a falta d’água.
O Réveillon Hidrológico, a virada do ano para a temporada de chuvas, ocorre nesta terça-feira (1º/10).
O cenário de Paracatu possibilita afirmar que em 2019 não há risco de crise hídrica.
A reserva de água encontrada, numa extensão de 642 km², vai auxiliar o abastecimento de duas cidades da região Centro-Sul que, juntas, possuem mais de 155 mil habitantes. Hoje elas
A crise hídrica que afetou o Estado de São Paulo em 2014 fez aumentar a procura por poços particulares em Americana.
Já são três meses em estado de alerta, ou seja, operando com volume igual ou menor do que 40%; nível atual está próximo do de 2013, época pré-crise de abastecimento.
As maiores bacias estão com volumes acima de 50%, bem diferente de novembro de 2017. Obras garantem água por 10 anos, mas não há projeto para depois.
Mudança do clima mantém sinal amarelo aceso; para cientistas, região deve continuar sofrendo com as oscilações extremas.
Em entrevista ao ‘Nexo’, economista Bruno Peregrina Puga analisa problemas de gestão e permanências dessas falhas no atual modelo.
Cada ano mais intensas e prolongadas, as secas impõem um novo estilo de consumo de água.
Com nível de água abaixo de 40%, vazão de água do reservatório precisa diminuir. Sabesp nega possibilidade de racionamento e nova crise hídrica.
O índice de armazenamento caiu para menos de 40% da capacidade, o pior número desde 2016.
Há municípios que já começaram o racionamento de água e até decretaram situação de emergência por causa da estiagem de mais de cem dias.
O Sistema Cantareira atingiu 44% de armazenamento nesta sexta-feira (29). Este nível é menor do que em 2013, pré-crise hídrica, quando operava com 65%.
A partir desta sexta-feira (15), o abastecimento de água no Distrito Federal se normalizará, com o fim do rodízio.
Um estudo realizado pelo economista ecológico Bruno Peregrina Puga, da Unicamp, aponta que São Paulo “perdeu a oportunidade de aprender” com a crise hídrica, implantando soluções mais práticas e efetivas
Com o propósito de propor mecanismos para aprimorar a identicação desse problema, o projeto “Detecção de Vazamentos e Interação.
Se maior quantidade de água for disponibilizada para as populações, isso impactará negativamente a produção de alimentos e a produção de energia.
O impacto dos mais de 15 meses do rodízio foi a diminuição em 12% no consumo.
Confira abaixo os principais artigos da semana