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ANA e EPE articulam parcerias para integrar dados sobre planejamento do uso de recursos hídricos

O planejamento do setor elétrico tem de estar articulado ao planejamento do uso dos recursos hídricos.

Na quinta-feira, 1º de agosto, a Agência Nacional de Águas (ANA) e a Empresa de Pesquisa Energética (EPE) reuniram esforços para construir uma agenda de trabalhos técnicos que aglutina essa intersecção entre os trabalhos das duas entidades, em uma reunião na sede da EPE, no Rio de Janeiro.

O diretor da ANA Marcelo Cruz elogiou a aproximação entre as duas instituições. “São bem bacanas as possibilidades do que podemos fazer a partir desse estreitamento do contato com a EPE. A integração de dados que temos trará muitos ganhos. Temos todo o acervo, publicações e sistemas da ANA, o mais completo sobre recursos hídricos do País e um dos mais completos do mundo, junto com toda a pesquisa da EPE, referência no setor de planejamento energético”, disse.

No encontro, o superintendente de Planejamento de Recursos Hídricos da ANA, Sérgio Ayrimoraes; o especialista em recursos hídricos Thiago Fontenelle; e a coordenadora de Planos de Recursos Hídricos, Luciana Zago, apresentaram ao presidente da EPE, Thiago Barral, os primeiros resultados sobre a avaliação de aproveitamentos hidrelétricos na Região Hidrográfica do Paraguai – estudo em andamento realizado pela Agência e pesquisadores associados.

Plano Nacional de Segurança Hídrica (PNSH)

A pauta do encontro contou com assuntos como os desdobramentos do Plano Nacional de Segurança Hídrica (PNSH); estimativas de usos consuntivos da água e possíveis impactos nos dados de vazões naturais adotadas pelo setor elétrico; estudos de inventários hidrelétricos, como os critérios de divisão da cascata de empreendimentos; e informe sobre planos de recursos hídricos (atuais e previstos).

Entre as parcerias que podem nascer a partir deste encontro estão a definição de um acordo para recebimento das novas resoluções criadas pela ANA, dados sobre as outorgas de uso de água emitidas e sobre as Declarações de Reserva de Disponibilidade Hídrica (DRDH).

“Com mais informação, podemos atender a mais pedidos por uso de água e fazer uma melhor alocação, atendendo à crescente demanda por água. Temos de ter em mente que a água é o catalizador do desenvolvimento do País, como para irrigação ou geração elétrica. A água não pode ser um gargalo para a economia, mas isso tem de ser feito de forma a não minar outros segmentos econômicos de dependem de água, como a pesca, turismo e, é claro, conservando o meio ambiente”, afirmou o diretor, após a reunião.

Fonte: Agência Nacional de Águas.

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