NOTÍCIAS

Tubulação dá três vezes volta na Terra

                        sabesp tubulacao pauta 6 (Foto: Divulgação/Sabesp)

Com 120 mil quilômetros de extensão para atender mais de 25 milhões de clientes em 365 cidades paulistas, a tubulação subterrânea de água e esgoto da Sabesp poderia dar três voltas a Terra. A circunferência do planeta é de 40.075 quilômetros. São quase 72 mil quilômetros de redes de distribuição de água e adutoras e outros 48 mil quilômetros de tubulações de esgoto.

A idade média das tubulações na cidade de São Paulo é de 33 anos. Em alguns bairros mais antigos, a tubulação chega a ter 80 anos. Porém, a idade da tubulação sozinha não é sinal de que ela precise ser substituída. A análise deve ser feita de acordo com o desgaste ao qual o tubo é submetido, de acordo com os principais fatores críticos: pressão, tráfego intenso e adensamento urbano, além de interferências de outras concessionárias ao lado das tubulações.

                                                        Sabesp Pauta 6_trabalhador (Foto: Divulgação/Sabesp)

As tubulações e hidrômetros envelhecem e sofrem desgaste com o uso, sendo necessária a aplicação de esforços e recursos permanentes. Apenas em 2015 foram feitos mais de 87 mil reparos em redes e ramais e a substituição de cerca de 280 mil ramais. Para reduzir transtornos à população durante a execução das obras, a substituição preventiva de ramal é feita por meio do método não destrutivo chamado perfuratriz pneumática, que cria um túnel por onde se instala a tubulação que é arrastada imediatamente atrás da perfuratriz.

A substituição de redes é feita através do método pipe bursting, que emprega uma cabeça cortante para romper a rede existente. Os fragmentos da tubulação existente são expelidos e uma nova tubulação de polietileno é puxada logo atrás. Quando não há comprometimento estrutural, as técnicas utilizadas para recuperar as redes de distribuição são limpeza e revestimento com resina epóxi ou argamassa acrílica.

Já a reabilitação de adutoras é feita por uma tecnologia conhecida como CIPP, no qual é inserida uma manta impregnada por resina que vai aderindo a parede interna da tubulação existente. Não só, existem outras técnicas: no sliplining há inserção de um tubo novo dentro da tubulação antiga. A técnica C – lining consiste na inserção de uma nova tubulação mecanicamente dobrada em forma de C, que retorna a forma original após ser aquecida com vapor ou água.

Fonte: G1 Globo

ÚLTIMAS NOTÍCIAS:

CATEGORIAS

Confira abaixo os principais artigos da semana

Abastecimento de Água

Análise de Água

Aquecimento global

Bacias Hidrográficas

Biochemie

Biocombustíveis

Bioenergia

Bioquímica

Caldeira

Desmineralização e Dessalinização

Dessalinização

Drenagem Urbana

E-book

Energia

Energias Renováveis

Equipamentos

Hidrografia / Hidrologia

Legislação

Material Hidráulico e Sistemas de Recalque

Meio Ambiente

Membranas Filtrantes

Metodologias de Análises

Microplásticos

Mineração

Mudanças climáticas

Osmose Reversa

Outros

Peneiramento

Projeto e Consultoria

Reciclagem

Recursos Hídricos

Resíduos Industriais

Resíduos Sólidos

Reúso de Água

Reúso de Efluentes

Saneamento

Sustentabilidade

Tecnologia

Tratamento de Água

Tratamento de Águas Residuais Tratamento de águas residuais

Tratamento de Chorume

Tratamento de Efluentes

Tratamento de Esgoto

Tratamento de lixiviado

Zeólitas

ÚLTIMAS NOTÍCIAS