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Índice de tratamento de esgoto cresce em Maceió/AL, mas coleta não chega a metade do que é produzido

Informações fazem parte de um estudo do Instituto Trata Brasil. Casal afirma que novas obras de esgotamento sanitário na capital aumentarão percentual de coleta.

sede-casal

 A cidade de Maceió está entre as capitais com os indicadores de tratamento do esgoto referente à água consumida mais altos do Brasil, o problema é que a coleta de esgoto não chega a metade do que gerado na cidade. As informações são de um estudo feito pelo Instituto Trata Brasil, divulgado nesta quarta-feira (18).

Na pesquisa, Maceió aparece entre as quatro capitais brasileiras com os melhores índices de tratamento de esgoto, 92,09%. Contudo, apenas 40,32% do esgoto é coletado, o restante acaba indo parar na natureza. Isso significa que, na prática, só 37% do esgoto de toda a capital tem tratamento adequado.

De acordo com a Companhia de Saneamento de Alagoas (Casal). A meta é que esse índice de coleta suba para 70% nos próximos três anos com a conclusão de três obras de esgotamento sanitário que estão sendo realizadas nos bairros da Pajuçara. Farol e Tabuleiro dos Martins.

Saneamento básico

No ranking do saneamento 2018 apresentado pelo instituto, Maceió ocupa a 74ª posição em relação ao atendimento de água, o que apresenta um melhora em relação ao ano de 2017, onde a capital ocupava a 87ª posição. Atualmente, a Casal atende 96,17% da população total do município.

Vale destacar ainda que apesar de estar entre os melhores índices de tratamento, não houve uma evolução considerável no atendimento total de água e esgoto entre os anos de 2012 e 2016. De acordo com o estudo, a cidade apresentou menos de dois pontos percentuais de evolução nos dois quesitos.

Em relação às perdas na distribuição de água, Maceió evoluiu 4,36 pontos percentuais, considerando os anos de 2012 a 2016. Mas, nesse quesito, a capital ocupa a 91ª colocação na lista de municípios com as maiores perdas de distribuição. Apresentando 59,93% em 2016.

Casal

Segundo a Casal, em 2018 o percentual de perda caiu para 46%, conquência de uma série de ações realizadas pelo órgão. Entre elas estão a substituição da rede de distribuição de água, modenização dos equipamentos e equalização da pressão da água.

No último mês de março, a Casal realizou uma ação alertando que mais da metade da água tratada em Alagoas é desperdiçada. Segundo Francisco Beltrão, vice-presidente de Gestão Operacional da Casal. As perdas, somando vazamentos e ligações clandestinas, chegam a 52% – considerando os 76 municípios atendidos pela Companhia no estado.

Fonte: G1

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