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Sistema Cantareira opera com 39% da capacidade e mantém estado de alerta

Com nível de água abaixo de 40%, vazão de água do reservatório precisa diminuir. Sabesp nega possibilidade de racionamento e nova crise hídrica.

cantareira

O Sistema Cantareira registrou queda em seu nível de água e opera com 39% da sua capacidade neste sábado (18), segundo a Companhia de Saneamento Básico de São Paulo (Sabesp). Na sexta-feira (17), o índice era 0,2% maior que o de sábado, mas o reservatório já estava em estado de alerta.

Desde 29 julho, o reservatório está em estado de alerta, quando a capacidade de armazenamento fica abaixo de 40%. Nessas condições, a quantidade de água que a Sabesp pode retirar do manancial é reduzida de 31 mil litros por segundo para 27 mil litros por segundo.

O Cantareira chegou a atender 9 milhões de pessoas só na região metropolitana de São Paulo, mas abastece 7,4 milhões desde a crise hídrica que atingiu o estado em 2014 e 2015, quando os sistemas Guarapiranga e o Alto Tietê passaram a absorver parte dos clientes para aliviar a sobrecarga do Cantareira durante o período de estiagem.

Entre os sistemas que abastecem a região metropolitana, apenas o Rio Grande registrou alta em relação a sexta.

Veja os índices de armazenamento registrados:

  • Cantareira: 39%
  • Alto Tietê: 51,3%
  • Guarapiranga: 60,5%
  • Alto Cotia: 53,9%
  • Rio Grande: 76,6%
  • Rio Claro: 60,3%

Sabesp nega nova crise hídrica

Em maio de 2014, período da crise hídrica, o volume do Sistema Cantareira atingiu 29,6% de sua capacidade, e a Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo (Sabesp) passou a operar bombeando água de seu volume morto. A Sabesp nega a possibilidade de racionamento de água e de uma nova crise hídrica.

Em 2013, período pré-crise, o sistema Cantareira operava com uma média 44,11% de sua capacidade. Especialistas têm demonstrado preocupação com os níveis atuais do reservatório, abaixo daquele momento anterior à crise.

Além disso, o Sistema Cantareira perdeu, em média, 1,1 bilhão de litros de água por dia desde abril, início do período de seca. O cálculo feito pela reportagem da GloboNews com base em dados da Sabesp.

 Preparo

Apesar de o nível de água do Sistema Cantareira estar pior que o do período anterior à crise hídrica de 2014, a Sabesp informou no início de agosto estar preparada para qualquer cenário.

“Todas as condições criadas para maior segurança hídrica como obras, combate a perdas, consumo menor pela população e uma gestão eficaz dos sistemas permitem que a produção de água atual seja suficiente para atender a demanda de quase 20 milhões de pessoas na região metropolitana de São Paulo”, dizia nota da empresa.

Fonte: G1.

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