NOTÍCIAS

Sabesp pretende executar 1,1 milhão de novas ligações de esgoto até 2022

A companhia de saneamento paulista afirma que pretende elevar o atendimento de coleta de esgoto dos atuais 83% para 88% em 2022.

 

sabesp

Sabesp: para o índice de economias conectadas ao tratamento de esgoto, a expectativa é passar dos 75% em 2017 para 83% ao final do período (foto/Divulgação)

São Paulo – Entre 2018 e 2022, a Sabesp tem como meta elevar a cobertura e o atendimento em coleta de esgoto com 1,1 milhão de novas ligações. Em relatório da administração, a companhia de saneamento paulista afirma que pretende elevar o atendimento de coleta de esgoto dos atuais 83% para 88% em 2022.

A companhia destaca o Projeto Tietê, que trata da revitalização progressiva do rio Tietê e tem como objetivo ampliar e otimizar o sistema de coleta, transporte e tratamento de esgotos na Região Metropolitana de São Paulo. Já para o índice de economias conectadas ao tratamento de esgoto, a expectativa é passar dos 75% em 2017 para 83% ao final do período.

“Quando a terceira etapa estiver concluída, espera-se que um novo salto nos níveis de coleta e tratamento de esgoto seja alcançado, com a coleta do esgoto gerado por mais de 5 milhões de pessoas”, diz a companhia. O projeto, que já dura 25 anos e consumiu US$ 2,8 bilhões em investimentos, está atualmente em sua terceira etapa, com 64% das obras concluídas.

Em água, segmento no qual os serviços já “tendem à universalização” – com taxas iguais ou acima de 98% para cobertura e de 95% para atendimento -, a Sabesp planeja executar 783 mil novas ligações nos próximos cinco anos. No documento divulgado junto com o balanço, a companhia afirma ainda que atingiu e superou suas metas propostas para o ano passado, citando os números de novas ligações de água (207,3 mil) e esgoto (221,8 mil) registrados no período.

Reorganização societária

A Sabesp salienta que o projeto de reorganização societária seria uma forma de alavancar seus investimentos em saneamento básico no curto prazo. A nova empresa, a ser criada pelo governo do Estado de São Paulo, poderá admitir acionistas privados com perfil de investimento de longo prazo e, “desde que seja preservado o controle estatal”, poderá emitir novas ações a serem adquiridas por investidores privados.

A companhia reforça que o modelo proposto permitirá a “manutenção dos contratos de programas, sem alterar o relacionamento e condições de negociação entre a Sabesp e os municípios, manterá o acesso a financiamentos por organismos multilaterais, além de respeitar os direitos dos acionistas minoritários da Sabesp”.

Fonte: Exame

 

ÚLTIMAS NOTÍCIAS:

CATEGORIAS

Confira abaixo os principais artigos da semana

Abastecimento de Água

Análise de Água

Aquecimento global

Bacias Hidrográficas

Biochemie

Biocombustíveis

Bioenergia

Bioquímica

Caldeira

Desmineralização e Dessalinização

Dessalinização

Drenagem Urbana

E-book

Energia

Energias Renováveis

Equipamentos

Hidrografia / Hidrologia

Legislação

Material Hidráulico e Sistemas de Recalque

Meio Ambiente

Membranas Filtrantes

Metodologias de Análises

Microplásticos

Mineração

Mudanças climáticas

Osmose Reversa

Outros

Peneiramento

Projeto e Consultoria

Reciclagem

Recursos Hídricos

Resíduos Industriais

Resíduos Sólidos

Reúso de Água

Reúso de Efluentes

Saneamento

Sustentabilidade

Tecnologia

Tratamento de Água

Tratamento de Águas Residuais Tratamento de águas residuais

Tratamento de Chorume

Tratamento de Efluentes

Tratamento de Esgoto

Tratamento de lixiviado

Zeólitas

ÚLTIMAS NOTÍCIAS