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EMASA e Águas de Camboriú farão teste de pré-oxidação na Estação de Tratamento

Teste busca solucionar as ocorrências de água turva

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Nesta quinta-feira (16), representantes da EMASA e da Águas de Camboriú se reuniram em busca de uma alternativa para solucionar as ocorrências de água turva, que há cerca de um mês estão sendo registradas nas cidades de Balneário Camboriú e Camboriú. Indícios apontam que a causa provável é a concentração de ferro e manganês na água, causada pelo período de estiagem.

“Esses dois metais estão presentes naturalmente na água dos rios. Quando o nível dos rios está normal, eles se diluem e ficam com uma concentração baixa. Como estamos passando por um período de estiagem, o nível e a vazão do rio diminuem e aumenta a concentração de ferro e manganês na água”, explica o diretor técnico da EMASA, Sérgio Juk.

Mesmo após o tratamento, há concentração de ferro e manganês, dentro do limite da legislação. Essa água, quando é distribuída para as residências, entra em contato com as partículas acumuladas nas paredes internas das tubulações e pode ficar novamente turva, principalmente nas regiões de final de rede ou onde a pressão de água na tubulação não é tão elevada.

Pré-oxidação da água

Uma das alternativas sugeridas durante o encontro é a pré-oxidação da água – processo onde é adicionado um agente oxidante em água bruta, como o cloro, para eliminar matéria orgânica e ferro e manganês, tornando-os insolúveis, e permitindo sua remoção nas próximas etapas do tratamento.

O teste será realizado nos próximos dias pela Águas de Camboriú e EMASA e, caso apresente resultado positivo, deverá ser adotado no tratamento da água. A medida foi sugerida em comum acordo entre os representantes da concessionária e da autarquia.

Além disso, a EMASA irá triplicar o número de pontos de descarga de rede, passando de 55 para 150, em locais estratégicos da cidade. As descargas têm a função de eliminar a sujeira da tubulação, colaborando na limpeza do sistema.

“Nesta quarta-feira (15), estivemos no Bairro Ariribá para fazer a descarga na rede. A água, que estava turva, após a descarga voltou a ficar incolor”, contou o diretor-geral da EMASA, Douglas Costa Beber. De acordo com ele, em um período de normalidade, as descargas podem ser feitas a cada 30 ou 40 dias. Mas, com a estiagem e o aumento do número de ocorrências, o trabalho foi intensificado.

“Onde a população registra ocorrência de água turva, vamos lá e fazemos a descarga. Por isso é importante que os moradores façam esse registro oficial para solucionarmos esses problemas pontuais”, ressaltou Douglas.

Fonte: BC Notícias.

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