Com a ampliação das metas de eficiência no saneamento em 2026, gestores de Estações de Tratamento de Esgoto e grandes operadores reforçam a atenção a um ponto que influencia diretamente o desempenho de qualquer processo biológico: a manutenção do sistema de aeração.
Os sistemas de aeração fornecem o oxigênio necessário para os microrganismos responsáveis pela degradação da matéria orgânica e nitrificação. Quando operam fora do padrão, o impacto é imediato.
Entre os principais efeitos observados estão queda na eficiência, desenquadramento em relação à LO, aumento do consumo energético, instabilidade operacional e necessidade de intervenções emergenciais que tendem a ser mais custosas do que uma manutenção preventiva estruturada.
Pontos que mais geram perda de desempenho
Nos diagnósticos realizados em 2025 e agora novamente no início de 2026, alguns fatores se repetem:
- desgaste natural das membranas difusoras
- obstrução por sólidos ou material biológico
- redução da taxa de transferência de oxigênio
- falhas acumuladas por longos períodos sem revisões programadas
Essas ocorrências ampliam o consumo elétrico e podem comprometer o atendimento aos parâmetros ambientais.
Por que a manutenção preventiva se tornou determinante
A manutenção contínua apresentou ganhos mensuráveis nos últimos anos, sobretudo em sistemas instalados há mais de dez anos. Inspeções periódicas, medições de eficiência, avaliação dos difusores, testes de integridade e substituições programadas passaram a fazer parte da rotina de operação, especialmente em plantas com variação de carga.
Além de proteger o desempenho biológico, esse modelo reduz paradas inesperadas e riscos associados ao aumento de perda de carga e desequilíbrio na distribuição de ar nos reatores, o que causa déficit de oxigênio e compromete o requerimento de energia para mistura.
Revitalização e reposição de componentes
Para sistemas com desgaste acentuado, a revitalização se mostra uma alternativa eficiente para recuperar o desempenho sem substituir toda a estrutura existente.
A BIOSIS desenvolveu um programa técnico de revitalização que contempla diagnóstico, testes de campo, substituição de conjuntos difusores, limpeza, nivelamento e entrega final acompanhada de relatório técnico. Esse processo recupera a performance de forma rápida e com menor impacto nas operações.
Quando a necessidade é apenas de reposição de peças, operadores podem adquirir componentes originais diretamente na loja oficial da Biosis, como membranas, difusores, conexões e itens de manutenção.
O que se espera do setor em 2026
Com o aumento dos projetos de ampliação e modernização de ETEs no Brasil, manutenção e revitalização de sistemas de aeração tendem a permanecer entre as prioridades do ano. A eficiência energética continuará a orientar decisões técnicas, já que o sistema de aeração é um dos maiores consumidores de energia dentro do tratamento biológico.
O que fazer?
O início do ano é um bom momento para revisar cronogramas, estruturar inspeções e garantir que os sistemas iniciem 2026 com desempenho adequado.
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Fonte: Biosis – Saneamento Ambiental





