Padrão para uso de etanol de cana em navios pode ser aprovado em 2026
Medida permitirá que armadores possam contabilizar o biocombustível em processos de descarbonização.
Medida permitirá que armadores possam contabilizar o biocombustível em processos de descarbonização.
Armadores e Marinha afirmam que certificado exigido é redundante e questionam legitimidade do serviço, feito por empresas privadas credenciadas pelos portos.
Em maio, a IMO definiu o valor padrão da pegada de carbono do etanol de milho brasileiro em 20,8 gramas de dióxido de carbono equivalente (CO₂e) por megajoule.
O Brasil reúne condições únicas para assumir protagonismo na transição energética do transporte marítimo mundial.
Confira abaixo os principais artigos da semana