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Chuva eleva nível dos reservatórios de SP, mas situação ainda é crítica

Nos primeiros sete dias de fevereiro choveu quase a metade do previsto para o mês inteiro. Especialistas dizem que a noticia é boa.
A chuva forte dos últimos dias elevou o nível dos principais reservatórios de São Paulo, mas a situação permanece crítica.

A última vez que o Cantareira tinha subido foi véspera do Natal. Só agora no comecinho de fevereiro é que a chuva voltou com força no principal reservatório de água da Grande São Paulo. Nos primeiros sete dias de fevereiro choveu quase a metade do previsto para o mês inteiro. Especialistas dizem que a noticia é boa, mas alivia pouco o cenário de crise.

O Cantareira começou a semana com apenas 5% da capacidade. Tem hoje 5,6%. As chuvas também alcançaram os outros reservatórios que abastecem a região metropolitana de São Paulo. E o volume deles subiu um pouco.
A Companhia de Abastecimento de São Paulo, no entanto, mantém o alerta de que pode fazer um racionamento drástico. Seriam cinco dias sem água. E dois com.

A situação preocupa nos outros estados do Sudeste. O sistema Paraopeba, que abastece a capital mineira, subiu tão pouco que só técnicos percebem: 0,3 ponto percentual. A companhia de água de Minas Gerais estuda multar o consumo excessivo de água e pensa em racionamento.

No Espírito Santo, por enquanto, nem sinal de melhora. O estado não tem reservatórios. A água para consumo da população é captada direto dos rios e o volume deles não subiu. Hoje, têm apenas 10% da vazão normal.
O governo capixaba não fala em racionamento. Mas desde a semana passada diminuiu o volume distribuído pela companhia de água.

Mesmo com a chuva generosa, o sistema Paraíba do Sul, que abastece 16 milhões de pessoas no estado Rio de Janeiro, permanece em situação grave. Tem hoje 1,21% de sua capacidade.
Dois reservatórios do Paraíba do Sul estão usando a reserva técnica, o chamado volume morto. O governo do Rio de Janeiro diz que não há risco iminente de racionamento.

Para a Associação Brasileira de Engenharia Ambiental a melhora precisa dos últimos dias precisa ser comemorada com cautela.
“Temos que continuar com todas as medidas de economia de água, de energia, que já estão sendo tomadas. Podemos comemorar, mas temos que manter todo o esforço de economia”, comenta
“Mesmo que tenhamos chuva agora teremos que manter todas as medidas de economia, tanto de água, como de energia, isso é um problema para lidar durante todo o ano de 2015”, aponta Alceu Bittencourt, presidente da Associação Brasileira de Engenharia Ambiental.

Fonte: G1

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