Meio Ambiente

Alternativas de minimização de resíduos em uma indústria de alimentos da região metropolitana de Curitiba
Indicadores epidemiológicos aplicáveis a estudos sobre a associação entre saneamento e saúde de base municipal
A utilização de borra de fosfato como matéria-prima alternativa para a fabricação de tijolos
Diagnóstico dos resíduos de serviços de saúde no interior do Rio Grande do Sul
Avaliação dos produtos automotivos feitos de fibra de coco e de espuma de poliuretano
Sem água de boa qualidade não existe futuro para os núcleos sociais, sejam eles rurais ou urbanos. Como a água é um elemento fundamental para a vida, não é possível argumentar sobre qualidade de vida quando os recursos hídricos estão comprometidos.
Freqüentemente, os meios de comunicação de massa provocam na população a falsa expectativa, de que medidas implementadas para solucionar um problema serão diretamente proporcionais à divulgação que foi dada ao fato. Quando se trata da questão ambiental, entre outros temas, sabemos que isto absolutamente não corresponde aos fatos.
Na RIO’92 quase todos os governos da Terra decidiram adotar diversas medidas para implementar o desenvolvimento sustentável, entre elas, a principal foi o Plano de Ação denominado Agenda 21 no qual se estimulava os governos nacionais, estaduais e municipais ONGs, instituições oficiais e empresas privadas, para que, conjuntamente com os cidadãos, fossem adotadas as melhores estratégias para atingir o desenvolvimento sustentável
Comemorando o Dia Mundial do Meio Ambiente (5 de Junho), a mostra multimídia “LixoÚtil” apresenta as diferentes formas de reciclagem do lixo e a importância de se criar uma consciência ecológica.
Oito países atribuem a degradação e vulnerabilidade ambiental às mudanças climáticas.
Desde o início de 1970, assuntos relacionados ao meio ambiente vêm, cada vez mais, fazendo parte da política global. A instituição que gera um alerta para estas questões é o Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente – PNUMA.
Encontramo-nos, neste início de terceiro milênio, às portas de um gravíssimo problema que aflige a humanidade como um todo: a escassez de água – esta substância que, infelizmente, não encontra substituto e o risco é grande se não tomarmos medidas mais duras e duradouras.
O custo de se assegurar água limpa para todos é incomparavelmente menor do que os prejuízos gerados pelo não-acesso. As pessoas em geral não se dão conta de que quatro milhões de crianças morrem anualmente, segundo o UNICEF, por não ter acesso à água limpa
O Plano de Ação que mandatários do mundo todo adotarão na Cúpula Mundial da ONU (14 a 16 de Setembro de 2005), na sede da Organização, em Nova York, apenas toca no Direito à Água Potável e ao Saneamento, lamentou lamentou Anders Berntell, Diretor-Executivo do Instituto Mundial da Água de Estocolmo (SIWI).
Segundo a Organização Mundial de Turismo, a atividade turística movimenta mais de 3 trilhões e meio de dólares por ano em todo o Planeta e emprega 180 milhões de pessoas. E enquanto o turismo convencional registra um crescimento de 7,5% ao ano, o ecoturismo chega à marca de 20%.
E haja prece. Não porque existe o risco de a água acabar, mas para que as pessoas comecem a tomar consciência de como esse líquido, que chega em abundância pelas torneiras e chuveiros, é importante para nossa existência e parem de desperdiçá-lo e de contaminá-lo e, o mais importante, passem a cobrar das autoridades responsáveis, mesmo que através de e-mails, a preservação dos mananciais existentes.
Sem água de boa qualidade não existe futuro para os núcleos sociais, sejam eles rurais ou urbanos. Como a água é um elemento fundamental para a vida, não é possível argumentar sobre qualidade de vida quando os recursos hídricos estão comprometidos.
Em Maio de 2004 uma reportagem publicada no The Economist a respeito do “Consenso de Copenhague” previa que investimentos de US$ 2 bilhões em água e saneamento na África Sub-Saariana gerariam US$ 16 bilhões em benefícios diversos para o Continente africano
Antes que a globalização liberal invadisse o mundo, tratando de fazer de tudo mercadoria, de fazer com que tudo tenha preço, se venda e se compre, usávamos o exemplo da água para diferenciar, nas aulas, o que tem valor de uso, mas não valor de troca, porque as pessoas têm acesso livre a elas.
Ao contrário do que sugere o Dia Mundial da Mulher, como único dia do ano dedicado à reflexão sobre os problemas e potencialidades desta metade da Humanidade, várias Declarações de Conferências Mundiais promovidas pelas Nações Unidas, Conselho Mundial da Água ou Aliança Gênero e Água apontam o papel da mulher na gestão integrada dos recursos hídricos, como relevante em todos os dias do ano, para o cumprimento das Metas do Milênio.