Barragens estão cheias, mas falta um plano para evitar nova crise hídrica
As maiores bacias estão com volumes acima de 50%, bem diferente de novembro de 2017. Obras garantem água por 10 anos, mas não há projeto para depois.
As maiores bacias estão com volumes acima de 50%, bem diferente de novembro de 2017. Obras garantem água por 10 anos, mas não há projeto para depois.
Mudança do clima mantém sinal amarelo aceso; para cientistas, região deve continuar sofrendo com as oscilações extremas.
Em entrevista ao ‘Nexo’, economista Bruno Peregrina Puga analisa problemas de gestão e permanências dessas falhas no atual modelo.
Cada ano mais intensas e prolongadas, as secas impõem um novo estilo de consumo de água.
Com nível de água abaixo de 40%, vazão de água do reservatório precisa diminuir. Sabesp nega possibilidade de racionamento e nova crise hídrica.
O índice de armazenamento caiu para menos de 40% da capacidade, o pior número desde 2016.
Há municípios que já começaram o racionamento de água e até decretaram situação de emergência por causa da estiagem de mais de cem dias.
O Sistema Cantareira atingiu 44% de armazenamento nesta sexta-feira (29). Este nível é menor do que em 2013, pré-crise hídrica, quando operava com 65%.
A partir desta sexta-feira (15), o abastecimento de água no Distrito Federal se normalizará, com o fim do rodízio.
Um estudo realizado pelo economista ecológico Bruno Peregrina Puga, da Unicamp, aponta que São Paulo “perdeu a oportunidade de aprender” com a crise hídrica, implantando soluções mais práticas e efetivas
Com o propósito de propor mecanismos para aprimorar a identicação desse problema, o projeto “Detecção de Vazamentos e Interação.
Se maior quantidade de água for disponibilizada para as populações, isso impactará negativamente a produção de alimentos e a produção de energia.
O impacto dos mais de 15 meses do rodízio foi a diminuição em 12% no consumo.
Dentre as cinco grandes regiões, somente a Sudeste registrou aumento da oferta do recurso hídrico.
Os avanços lentos dos serviços gerais de saneamento básico, energia elétrica e de bens e serviços no domicílios.
O desequilíbrio territorial de disponibilidade hídrica é um dos problemas mais graves envolvendo a questão.
O Plenário do Senado aprovou nesta quarta-feira (18) o projeto que quebra a exclusividade no abastecimento de água por parte da concessionária pública.
O documento define que nas Bacias do João Leite e do Meia Ponte. Devem ser instalados no prazo de 60 dias instrumentos de medição volumétrica e horímetro.
A energia solar emergiu como a força inesgotável da qual os agricultores pobres precisam para regar seus campos, mas o descontrole e as práticas abusivas podem levar a uma nova “seca oculta”
No mesmo dia em 2017, o sistema operava com 65,9%. O índice é melhor do que em 2015, durante a crise hídrica, quando o sistema estava com 13, 9% de sua capacidade.
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