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Água e Saneamento: Contribuições da Embrapa

ODS 6 e sua relação com o mundo, o Brasil e a Embrapa

As questões hídricas mundiais têm sido motivo de preocupação e discussão nos diferentes níveis da sociedade. A Organização das Nações Unidas (ONU) estima que a demanda de água mundial deva aumentar em 50% até 2030. Dois terços da população mundial atualmente vivem em áreas que passam por restrição de água por, pelo menos, um mês ao ano.

Cerca de 500 milhões de pessoas vivem em áreas onde o consumo de água excede a disponibilidade dos recursos hídricos que, por sua vez, está intrinsecamente ligada à qualidade, já que a poluição das fontes de água pode coibir diferentes tipos de usos. O aumento do despejo de esgoto não tratado, o escoamento dos resíduos agrícolas e as águas residuais inadequadamente tratadas da indústria representam riscos de degradação da qualidade da água em todo o mundo (Progress…, 2017).

Água limpa e de qualidade é essencial para a saúde humana, bemestar e prosperidade. O acesso à água em quantidade suficiente é uma necessidade básica do ser humano, tanto para o seu consumo próprio quanto para o desenvolvimento de suas atividades econômicas, culturais, de lazer e outras. Porém, a qualidade da água pode ser comprometida pelo crescimento populacional e consequente aumento da demanda por este recurso e pela geração de resíduos no desenvolvimento de tais atividades antrópicas, o que tende a se agravar frente à possível alteração climática, que ameaça o ciclo hidrológico global (Nações Unidas, 2017). O acesso a instalações de saneamento adequadas e seguras também é vital para a higiene, a prevenção de doenças e a saúde humana.

Segundo relatório recente divulgado pela Organização Mundial da Saúde (OMS) e pelo Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef) (Progress…, 2017), o número de pessoas no mundo sem acesso à água potável em casa é de 2,1 bilhões, cerca de 4,5 bilhões não têm acesso a saneamento básico seguro, e cerca de 892 milhões de pessoas defecam a céu aberto. Em razão do aumento da população, essa situação tem se tornado mais crítica na África Subsaariana e partes do Sudeste Asiático.

Em países que passam por conflitos, as crianças têm quatro vezes menos chances de usar serviços de abastecimento de água e duas vezes menos de ter o saneamento básico, comparativamente a crianças de outros países. Carências em necessidades básicas, como água limpa, higiene e saneamento em condições adequadas, aumentam a incidência de doenças diarreicas agudas (DDAs).

Fonte: Embrapa


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