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Saiba como diferenciar e selecionar a tecnologia para um tratamento de gás (Ex: Cl2, NH3, hcl, SO2, dentre outros)

A De Nora é o único fornecedor qualificado capaz de fornecer 3 diferentes tecnologias de scrubbers para uma mesma aplicação, possibilitando que as indústrias e companhias de saneamento possam escolher a que mais se adequa a expectativa técnica e econômica

 

DeNora

 

Um lavador de gás, conhecido como scrubber, é um equipamento de segurança de um local (sala, armazém, container, reatores, tanques de estocagem, etc.), onde possa acontecer o escape, exaustão ou respiro de gases, que, consequentemente, contaminarão o ar. Os scrubbers limpam ou lavam o ar contaminado, removendo quimicamente o contaminante de interesse.

A De Nora possui 2 tecnologias. Os scrubbers que operam por via úmida e os que operam a seco.

Os lavadores de gases (scrubbers) a seco utilizam uma mídia (recheio) que adsorve na sua superfície o contaminante de interesse formando, assim, um sal como produto final. Quando esta mídia é totalmente impregnada perdendo sua eficiência na adsorção dos contaminantes, ela não sofre regeneração e deve ser descartada adequadamente.

Os gases tipicamente adsorvidos pela mídia seca são F2, Cl2, Br2, HCl, HCl, HF, HBr, SO2, NH3, BCl3, ClF3, ClO2, WF6, H2Se, TCS (Cl3HSi).

A tecnologia EST™ da De Nora é engenheirada para conter ou mitigar a liberação de gases perigosos oriundo de cilindros pressurizados de 70 kg a até containers de 1 tonelada de cloro, dióxido de enxofre, amônia e outros gases tóxicos anidros. Eles são desenvolvidos nos modelos:

  • Tipo DES (Dry Emergency Scrubber) é usado como scrubber de todo um contêiner de 1 tonelada totalmente preenchido e a taxa de exaustão de até 112 m3/min;
  • Tipo DSH (Dry Scrub House) é utilizado para pequenos contêineres como cilindros de até 70 kg e taxa de exaustão de 11,2 m3/min;

“São várias as vantagens de utilizar mídia seca” afirma Daniela Telles, Engenheira de Vendas Sênior da De Nora Brasil. “Entre elas se destacam:

  • Não há manutenção, nem bombas dosadoras ou recirculações de químicos;
  • O resíduo gerado (mídia impregnada do contaminante) é classificado como não perigoso, portanto, pode ter como destino final o aterro;
  • Não há necessidade de construir sistema de contenção de vazamento e estocagem de produto químico;
  • Não há geração de efluente líquido e que deverá ser tratado em ETE (Estação de Tratamento de efluentes)”, complementa Daniela.

A De Nora também possui lavadores de gás que utilizam uma solução líquida, tecnologias ECS (Wet Packed – lavador com recheio) e MVP (Wet Packless – lavadores sem recheio), para lavar e  reter os gases como cloro, dióxido de enxofre e amônia. Os gases ficam em solução de hidróxido de sódio, para cloro, e dióxido de enxofre e água, no caso da amônia.

Os modelos tipo ECS (Wet Packed) trabalham com um sistema venturi e torre recheada com uma mídia inerte, e não necessitam de ventilador. O modelo ECS 250 neutraliza cilindros de 75 Kg com vazão de exaustão de até 9,8 Kg/min. Os modelos ECS 3000 e 5000 são dimensionados para neutralizar um container de 1 tonelada com uma taxa de exaustão de até 214 Kg/min.

Os modelos do tipo MVP (Wet Packless) possuem venturis em série, ventilador, recirculação de químico e são dimensionados para tanque de cloro de uma tonelada com taxa de exaustão de até 214 Kg/min.

Conte com a De Nora para desenvolver a melhor alternativa!