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Estruturação e implementação da gestão de riscos operacionais no processo de coleta de esgoto na região metropolitana de São Paulo – RMSP

Resumo

O presente trabalho estrutura e implementa um modelo de Gestão de Riscos Operacionais no processo de Coleta de Esgoto da RMSP tendo como objetivo a mensuração dos riscos e suas priorizações para propor ações que permitam corrigi-los. Também foram elaborados Planos de Contingência para minimizar as ocorrências de materialização dos riscos. A metodologia utilizada foi extraída das referências que consolidam as boas práticas de gestão de riscos e controles internos: COSO ERM / ISO 31.000. A estrutura proposta está adequada para identificação, análise, avaliação de riscos, tratamento e monitoramento. Os resultados mais significativos estão relacionados à identificação das Bacias de Esgotamento Sanitário mais críticos, proporcionando a possibilidade de focar os esforços operacionais e recursos orçamentários nesses locais onde são necessários maiores níveis de atenção, contribuindo, desta forma, a regularidade dos serviços da RMSP.

Introdução

Em fevereiro de 2007 foi publicada a Lei 11.445/2007 que rege as diretrizes nacionais para o saneamento básico, ordenando, dentre outras questões, a identificação dos riscos a formalização de planos de contingencias. Consequentemente, a Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo – Sabesp busca adequar um sistema de gerenciamento de risco para proporcionar um atendimento mais adequado às demandas dos seus stakeholders.

Outro fato que demonstra a relevância do tema do pré-projeto são que os novos contratos de programa celebrados com o poder concedente estão exigindo uma maior segurança na prestação dos serviços de saneamento, demandando avaliações de riscos e planos de contingência para esses processos.

Desta forma, em setembro de 2015, todas as Unidades de Negócio envolvidas no Processo de Coleta de Esgoto da Região Metropolitana de São Paulo – RMSP reuniram-se para iniciar uma avaliação de riscos estruturada e alinhada com os diferentes atores para preservar e aumentar a segurança de seus sistemas de coleta e transporte de esgoto à população.

Segundo o COSO (2004), a gestão de riscos contribui para assegurar comunicação eficaz e o cumprimento de leis e regulamentos, bem como evitar danos à reputação da organização e suas consequências. Em suma, a gestão de riscos ajuda a organização a atingir seus objetivos e a evitar os perigos e surpresas em suas atividades.

Autores: André Carillo; Gilson Oliveira Julião; Maria Ap. C. Kelm; Maycon Rogério de Abreu e Reynaldo Eduardo Young Ribeiro.

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