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AP vai apresentar na Conferência Nacional do Meio Ambiente propostas sobre a exploração de petróleo na Margem Equatorial

AP vai apresentar na Conferência Nacional do Meio Ambiente propostas sobre a exploração de petróleo na Margem Equatorial

Foram escolhidos, através de votação, 30 delegados que devem representar a sociedade, setores públicos e privados. Conferência aborda diversas temáticas referentes à mudança climática.

Após aprovar propostas em conferência estadual, o Amapá vai apresentar sugestões sobre a exploração de petróleo na Margem Equatorial. Isso acontecerá durante a 5ª Conferência Nacional do Meio Ambiente, que ocorrerá no mês de maio, em Brasília (DF).

No estado, a conferência reuniu cerca de 400 pessoas nos dias 25 e 26 de março. Além disso, o governo do Amapá informou que o evento, às vésperas da COP30, marca um novo ciclo para a gestão ambiental, conservação e desenvolvimento.

Sobre petróleo, as propostas correspondentes são:

  • Garantir, durante o processo de licenciamento ambiental, formação profissional continuada de todos os níveis às populações diretamente atingidas e comunidades tradicionais e de forma mais abrangente à população amapaense para absorção de mão de obra local.
  • Fomentar a exploração do petróleo e gás na margem equatorial de maneira sustentável para financiar a transição energética justa e ecológica e desenvolvimento em bases sustentáveis em larga escala, garantindo as medidas compensatórias e uma repartição justa respeitando as comunidades tradicionais.

Para a conferência de meio ambiente nacional, a votação escolheu 30 delegados. O objetivo é representar a sociedade civil, o setor público e o setor privado.

No decorrer das conferências, são debatidos cinco temas que, de maneira ampla, abordam a política ambiental e os impactos das mudanças climáticas no estado, no Brasil e no mundo.

Segundo Marcos Almeida, diretor de desenvolvimento ambiental da Secretaria de Estado do Meio Ambiente do Amapá (Sema), as reuniões englobam não apenas questões relacionadas ao clima, mas também a conservação ambiental.

“Foi incluída também duas propostas que tratam sobre a temática da exploração do petróleo na Margem Equatorial, sendo o único estado. Então isso mostra que a sociedade civil e amapaense, de uma forma geral, tem visto a importância da exploração de petróleo na como uma fonte financiadora da transição energética no Amapá e no país”, contou o diretor.

Almeida destacou ainda que essa é uma oportunidade do poder público defender a exploração de petróleo. Além disso, a sociedade amapaense pode obter benefícios dos recursos, que devem impactar diretamente na qualidade de vida da população.

“Há uma articulação entre os estados da Amazônia Legal que é levar essa proposta que trata sobre a exploração de petróleo, não de qualquer forma, mas de maneira consciente, respeitando as leis. O poder público irá levar como oportunidade de que precisa ser feito, mas é uma oportunidade que o estado possa passar por uma transição justa energética desses recursos”, finalizou.

Petróleo na costa do Amapá

O primeiro poço de petróleo na Margem Equatorial está previsto para o bloco FZ-M-59. Por sua vez, ele está localizado na bacia da Foz do Amazonas, em águas do Amapá.

Além disso, a Petrobras informou ao Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) que concluirá a unidade de estabilização da fauna no Oiapoque (AP). Assim, atenderá a uma das exigências do órgão ambiental.

Por outro lado, as atividades de petróleo se dividem em três fases: exploração, desenvolvimento e produção. No caso do Amapá, a estatal ainda está verificando se a área possui potencial para produzir petróleo. Mais importante, se esse potencial é comercialmente viável.

Fonte: g1


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