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Comusa (Novo Hamburgo/RS) garante que água está potável, apesar de eventual mudança na coloração

Consumidores perceberam mudança na cor. Segundo Comusa, eventuais alterações na coloração se devem a maior concentração de elementos químicos como o ferro, em função do nível baixo do Rio dos Sinos

 

comusa

 

A estiagem que afeta o Rio dos Sinos, que registra os menores níveis de água desde 1998 em Novo Hamburgo/RS, está interferindo na coloração da água distribuída pela Comusa. Como consequência da falta de chuva e dos níveis baixos, a concentração de sedimentos, matéria orgânica, que são naturalmente presentes na água, está mais elevada. Isso tem provocado a mudança na coloração da água e gerado reclamações de moradores.

 

 

A Comusa explica que esta coloração se deve a elementos químicos normais encontrados na água, mas, em maior concentração. Entre eles, a presença de dois metais, o ferro e manganês, que, quando entram em contato com o cloro, provocam uma reação química, que pode dar um aspecto amarelado.

 

 


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“Não há prejuízo à saúde”

 

 

“Apesar disso, a água continua sendo potável para o consumo humano, sem qualquer prejuízo à saúde, atendendo integralmente os critérios do Ministério da Saúde”, atesta a companhia.

Como alternativa de solução ao problema, desde o início do mês de março, a Comusa iniciou o tratamento complementar adicionando ortopolifosfato à água.

“Este produto busca restabelecer a coloração adequada em situações críticas como essa. Contudo, é necessário um maior tempo de ação para que seu efeito atinja o objetivo”, informa a empresa.

 

 

Clientes que tiverem tiverem qualquer problema relacionado à água podem acessar os canais de atendimento da Comusa, como o 0800-6000-115, que serão emitidas ordens de serviços para expurgo e análise, no sentido de minimizar e, até mesmo, eliminar a presença de água com cor aparente na rede. Contudo, a companhia adianta que a situação deve ser totalmente regularizadas somente quando o nível dos rios voltar ao normal.

Fonte: Jornal NH.


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