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Chuva faz nível da Represa Municipal de Rio Preto aumentar, mas racionamento de água permanece

Serviço Municipal Autônomo de Água e Esgoto (Semae) vai usar os próximos dias para analisar se o regime de chuvas vai se normalizar. Objetivo é descobrir se será possível fazer uma redução progressiva no período de interrupção do abastecimento de água

seca

Imagem ilustrativa

A chuva que caiu no final de semana em São José do Rio Preto (SP) fez o nível do lago 1 da Represa Municipal subir 12 centímetros, mas foi insuficiente o racionamento de água terminar, segundo o Serviço Municipal Autônomo de Água e Esgoto (Semae).

“As chuvas acumuladas foram em torno de 28 milímetros e ajudaram a recuperar o nível da represa. Porém, a gente não pode pensar em normalizar o abastecimento se a gente tiver um evento de chuva isolada, como vem acontecendo. A gente tem chuvas isoladas seguidas por períodos de estiagem”, diz o coordenador de Operação e Distribuição de Água do Semae, Rafael Zerunian.


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De acordo com Rafael, a autarquia vai usar os próximos dias para analisar se o regime de chuvas vai se normalizar. O objeto é descobrir se será possível fazer uma redução progressiva no período de interrupção do abastecimento de água.

“Mais do que o volume em si, precisamos ter uma constância nas chuvas. Ou seja, o regime de chuvas precisa se normalizar sem logos períodos de estiagem na sequência. Se, durante a semana, tivermos mais chuvas, podemos pensar em começar a reduzir”, explica coordenador de Operação e Distribuição de Água do Semae.

O racionamento de água começou em maio e, desde então, afeta cerca 100 mil pessoas que moram em bairros abastecidos pela Estação de Tratamento de Água (ETA) de Rio Preto.

Fonte: G1.


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