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Avaliação e Otimização de uma Estação de Tramento de Esgoto com Sistema e Filtro de um Município da Serra Gaúcha

Fornecer condições de qualidade de vida para a população através de uma estrutura adequada de saneamento ambiental é essencial para o desenvolvimento humano e social. A coleta, transporte e o tratamento de esgoto doméstico são de fundamental importância para a manutenção do equilíbrio dos corpos hídricos e a garantia da qualidade das águas de abastecimento. Este trabalho apresenta a avaliação de uma estação pública de tratamento de esgoto doméstico de pequeno porte, que recebe o efluente de uma comunidade de baixa renda de um município da Serra Gaúcha, e a otimização do sistema através da proposição e dimensionamento de um sistema de wetland construído para polimento final, e de melhorias no funcionamento da ETE, que foi projetada no ano de 1998 para receber uma vazão máxima de 275,62 m³.d-1 . A fim de se avaliar a eficiência de remoção de poluentes pela ETE, foram realizadas análises mensais, de maio a outubro de 2015, a partir das quais foi possível observar que, mesmo alcançando faixas de eficiências dentro do esperado para esse tipo de sistema, com média de 64,42% de remoção de DBO5, 73% de DQO e 67,08% de SS, o tratamento não atinge o padrão de lançamento estabelecido pela Resolução CONSEMA 128/2006. Por isso, foi proposto um sistema de pós-tratamento por wetland construído de fluxo subsuperficial horizontal para melhoria da qualidade do efluente final. Também foi avaliado o dimensionamento do sistema fossa e filtro, composto por dois tanques sépticos interligados tipo Inmhoff seguidos de quatro filtros anaeróbios, e observado que, apesar de existirem alguns equívocos no projeto original, a capacidade da ETE é suficiente para atender a comunidade. No entanto, não é possível afirmar que o mesmo foi executado corretamente, devido a existência de inconsistência entre projeto e estrutura pronta. Essa avaliação foi feita com base nas NBR 7229/1993 e 13969/1997. Por fim foram sugeridas algumas melhorias na operação, como instalação de um dispositivo de retrolavagem nos filtros anaeróbios e instalação de um hidrômetro para estabelecer a vazão atual de lançamento.

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