Segundo episódio da web-série Volume Vivo expõe as possíveis consequências de uma gestão de recursos hídricos que tem como lógica buscar água cada vez mais longe ao mesmo tempo que negligencia as fontes de água próximas. Essa dinâmica, perpetuada desde o início da urbanização, leva São Paulo a recorrer a fontes de água em bacias hidrográficas vizinhas, ignorando os conflitos gerados pelas transposições, enquanto os rios e represas de sua própria bacia sofrem com a poluição.

A próxima crise hídrica do Brasil será de gestão, não de falta de água | Engeper Ambiental
Durante décadas, o Brasil construiu sua política de segurança hídrica sob uma lógica relativamente simples. Sempre que a demanda crescia ou uma seca se agravava, a resposta era buscar novas fontes de abastecimento, ampliar sistemas de captação ou investir em grandes obras.


