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O saneamento privado no mundo

A cooperação entre o público e o privado tem crescido de forma constante ao redor do mundo, processo que é ainda mais marcante no setor do saneamento básico.

Com um longo histórico de doenças e pragas disseminadas pela cidade, data do século XVI a primeira concessão de água em Paris, condição histórica que destaca o país como um dos mais maduros no que se diz respeito à participação de empresas privadas no saneamento. E muito aconteceu desde então.

Mundialmente a iniciativa privada no saneamento já conta com décadas de participações, se encarregando de viabilizar recursos e liberando a administração pública para investir nas demais áreas de necessidade. O modelo funciona ainda como estratégia de política pública, garantindo investimentos, gerando empregos diretos, indiretos e de efeito-renda, além de avanços sociais, melhoria da qualidade de vida e da saúde da população.

O Chile se destaca entre seus vizinhos latino-americanos. Com 1,7% da reserva mundial de água doce, o país tem uma população aproximada de 18 milhões de habitantes, das quais 94% são atendidas por empresas privadas de saneamento. Tendo como pilar do seu marco regulatório a fiscalização dos padrões dos serviços prestados, a qualidade é atestada no cotidiano das pessoas.

O modelo instalado em 1980 na Inglaterra é referência para outros países do mundo com sua estrutura de funcionamento integrado e regulação bipartite, onde órgãos diferenciados fiscalizam a qualidade da água e os serviços prestados, ou realizam o estudo das tarifas praticadas e modelos de regulação. Uma outra entidade pública é responsável por combater práticas anticompetitivas entre empresas e acompanhar processos de compra e fusão, que se tornaram correntes desde a abertura de capital das companhias de saneamento.

 

Acesse o Panorama pelo link abaixo e saiba mais sobre algumas experiências do saneamento privado no mundo (a partir da página 27):

http://abconsindcon.com.br/publicacoes/panorama-da-participacao-privada-no-saneamento/