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Estudo visa captação de água subterrânea

Publicado em 24/08/2017 às 12:44:43

A Agência das Bacias PCJ (dos rios Piracicaba, Capivari e Jundiaí) contratou um estudo de avaliação hidrogeológica que visa a captação de água subterrânea.

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O serviço será prestado pela empresa Hidrogeoambiental em cinco cidades da RMC (Região Metropolitana de Campinas).
Os municípios são: Americana, Nova Odessa, Paulínia, Santa Bárbara d’Oeste e Sumaré. O estudo também ocorrerá em Atibaia e Jundiaí. A assinatura do contrato aconteceu na sede da Agência PCJ, em Piracicaba.
Segundo o órgão, os trabalhos terão início nos próximos dias e devem terminar em até seis meses. O investimento chegará a R$ 393.460, provenientes da cobrança pelo uso da água em rios de domínio da União, e está previsto no PAP-PCJ (Programa de Aplicação Plurianual das Bacias PCJ) 2013-2016.

Perfuração de poços tubulares

Haverá avaliação de fluxo, volume, distribuição e qualidade das águas subterrâneas. Os resultados darão subsídios à tomada de decisão quanto à perfuração de poços tubulares profundos em áreas dos polos industriais dessas sete cidades. Atualmente, já existem poços nesses polos, mas o estudo definirá os pontos de locação mais favoráveis para a captação de águas subterrâneas, o que possibilitará maior desenvolvimento industrial nas Bacias PCJ, de acordo com a Agência.
“Esse estudo tem por objetivo definir áreas com maior potencial de produção de água subterrânea, bem como as áreas com menor vulnerabilidade natural para contaminação desses aquíferos. Além disso, será elaborado um banco de dados georreferenciados referente a produção de água subterrânea, voltada principalmente para fomentar os processos industriais dentro das Bacias PCJ”, disse a coordenadora de Projetos da Agência PCJ, Elaine Franco de Campos.

Crise hidrica

O pedido para a realização desse estudo foi feito pela CT-Indústria (Câmara Técnica de Uso e Conservação da Água na Indústria) dos Comitês PCJ, principalmente devido à crise hídrica pela qual a região passou entre 2014 e 2015. “A situação ainda é preocupante no setor, sendo limitante no crescimento industrial e neste sentido, este estudo vem de encontro a isso, fornecendo subsídios para se conseguir maior disponibilidade hídrica”, afirmou Elaine.

Fonte: Todo dia.


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