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Neutralização de carbono

Neutralidade de carbono: reflexões sobre estratégias e oportunidades para o Brasil

Neutralização de emissões de carbono

Há uma forte mobilização mundial, capitaneada pela ONU, em prol da neutralização das emissões líquidas de carbono até 2050, com o objetivo de limitar o aquecimento global ao máximo de 2°C até o fim deste século

Neutralização de emissões de carbono – Há uma forte mobilização mundial, capitaneada pela Organização das Nações Unidas (ONU) por meio da Convenção do Clima, em prol da neutralização das emissões líquidas de carbono até 2050, com o objetivo de limitar o aquecimento global ao máximo de 2°C até o fim deste século.

No industrializado hemisfério Norte, governos e entidades internacionais traçam programas lastreados em uma alteração radical no sistema mundial de produção e consumo de energia para fazer frente a esse desafio.

A partir de uma avaliação sumária dessa alteração e da constatação de sua aderência à realidade dos sistemas de energia e padrões de emissões dos países do Norte, este artigo apresenta uma reflexão sobre as particularidades brasileiras e as oportunidades que podem surgir com a adoção de uma estratégia costurada sob medida para a realidade e as potencialidades do país, sem prejudicar o alcance da neutralidade de emissões e favorecendo a geração sustentável de emprego e renda.

Existem diversas iniciativas em busca de maior sustentabilidade ambiental, voltadas ao ajuste do atual modo de produção da humanidade, visando reduzir a emissão de gases de efeito estufa (GEE), a fim de alcançar a neutralidade de carbono.

Em agosto de 2021, o Painel Intergovernamental de Mudança do Clima (IPCC) da Organização das Nações Unidas (ONU) emitiu seu último relatório e cobrou ações imediatas, em escala global, para que não se perca a janela temporal (prestes a se fechar, segundo o relatório) e ainda seja possível limitar o aquecimento médio global ao máximo de 2°C (IPCC, 2021), conforme estabelecido na 21ª Conferência das Partes (COP 21).

O relatório afirma que não cabem dúvidas acerca da influência da atividade humana no aquecimento global e da (in)sustentabilidade ambiental do modo de produção atual.

Fonte: bndes

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