No cenário atual de rigor ambiental e pressão por eficiência de custos, a gestão de Estações de Tratamento de Efluentes (ETEs) exige mais do que apenas conformidade; exige inteligência hídrica.
Um dos maiores desafios operacionais em sistemas de lodos ativados é a manutenção de um ecossistema microbiano equilibrado, capaz de suportar variações de carga e garantir uma separação de fases eficiente.
É neste contexto que o BIOFLOW se destaca como um estabilizador e aglutinador de flocos biológicos essencial para a otimização de processos aeróbicos, tanto para efluentes domésticos quanto industriais.
A Ciência por trás da Formação do Floco Biológico
O coração de um sistema de lodos ativados é o floco. Teoricamente, a estabilidade deste floco depende da produção de Substâncias Poliméricas Extracelulares (EPS), que atuam como a “cola” biológica.
O BIOFLOW atua diretamente na cinética dessa formação. Sua formulação promove a aderência e colonização de microrganismos sobre superfícies sólidas específicas. Ao criar esse suporte, o produto facilita o acúmulo de nutrientes na interface sólido-líquido, acelerando o metabolismo bacteriano e resultando em:
- Densidade Elevada: Flocos mais pesados e estruturados.
- Resiliência à Carga: Melhor resposta a picos de DQO (Demanda Química de Oxigênio).
- Clarificação Superior: Redução drástica da turbidez no efluente final.
Superando o “Bulking” e a Instabilidade Operacional
Muitas empresas enfrentam o fenômeno do bulking (filamentoso ou viscoso), onde o lodo perde sua capacidade de sedimentação, resultando em arraste de sólidos para os corpos receptores e multas ambientais.
O BIOFLOW corrige a relação F/M (Alimento/Microrganismo), garantindo que a microbiota desejada prevaleça sobre os organismos filamentosos. O resultado é um aumento na velocidade de sedimentação no decantador secundário, permitindo que a planta opere com maior vazão sem comprometer a qualidade do efluente.
Estudo de Caso: Eficiência Recuperada em Indústria de Papel e Celulose
O Desafio (A Dor do Cliente)
Uma grande indústria de papel e celulose enfrentava sérios problemas de arraste de flocos no decantador secundário. O efluente apresentava alta turbidez e picos frequentes de DQO solúvel, o que impedia o reuso de água e colocava a empresa em risco de sanções ambientais. Além disso, o crescimento excessivo de bactérias filamentosas (bulking) exigia dosagens altíssimas de polímeros convencionais, onerando o OPEX da unidade.
A Solução com BIOFLOW
A implementação do BIOFLOW foi realizada com foco na estabilização do lodo biológico. O produto foi introduzido para promover a formação de flocos estáveis e melhorar a colonização bacteriana.
Os Resultados (O Sucesso)
Após 30 dias de aplicação contínua, os indicadores apresentaram uma evolução notável:
• Sedimentação: O Índice Volumétrico de Lodo (IVL) reduziu em 45%, eliminando o arraste de sólidos.
• Qualidade do Efluente: A turbidez caiu de 60 NTU para menos de 10 NTU.
• Eficiência de Remoção: Aumento de 15% na remoção de DQO solúvel, estabilizando o processo mesmo em dias de alta produção industrial.
Por que investir no BIOFLOW?
Empresas que buscam sustentabilidade operacional e segurança jurídica encontram no BIOFLOW a ferramenta definitiva. Mais do que um aditivo, ele é um componente de inteligência que transforma o passivo ambiental em um processo controlado e previsível.
- Prevenção de crises: Evite paradas inesperadas e multas.
- Redução de Custos: Menos químicos, menos lodo descartado e menor consumo energético.
- Conformidade Total: Garanta padrões de descarte rigorosos com tranquilidade.
Eleve o patamar da sua ETE. Descubra como o BIOFLOW pode transformar seus resultados operacionais.
Fonte: Biotecnal


