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Estudo da toxicidade do alumínio e do ferro em amostras de água superficial de rios por meio do Bioensaio TRAD-MCN COM Tradescantia pallida

Gabriela Ramos de Alcantara e Alessandra Carla Fatori Ergesse Machado
Centro Tecnológico da Marinha de São Paulo – CTMSP

Introdução:
A qualidade da água pode ser medida utilizando-se seus parâmetros físicoquímicos e biológicos. É da necessidade de se conhecer a qualidade da água dos rios que surge a necessidade de se fazer o biomonitoramento [1].

O biomonitoramento feito com plantas é reconhecido e muito utilizado, pois elas são mais sensíveis à poluição que os animais. De acordo com a bibliografia, testes que utilizam o vegetal do gênero Tardescantia são eficientes na determinação de contaminação do ar, do solo e da água. O bioensaio chamado de Trad-MCN consiste em expor a planta a contaminantes e depois analisar as células geradoras de grãos de pólen na fase tétrade para verificar a ocorrência de micronúcleos, que são fragmentos de DNA (ácido desoxirribonucléico), já que eles demonstram que houve algum tipo de dano ao DNA das células [2].

A Tradescantia pallida é indicada para biomonitoramento e a espécie tem sido amplamente utilizada para detectar a genotoxicidade de metais devido à sua sensibilidade a estes elementos [3].

O Conselho Nacioonal do Meio Ambiente (CONAMA) determina as concentrações máximas de metais na água de rios e lagos para que elas sejam classificadas em classes. As concentrações máximas permitidas de ferro e alumínio dissolvidos na água de classe 2 de acordo com a Resolução nº 357 do CONAMA são respectivamente de 0,3 mg/L e 0,1 mg/L [4].

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Fonte Pelicano.ipen.br