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Compostos químicos potencialmente tóxicos presentes na água potável das cidades podem ser criados, ironicamente, durante o próprio processo de tratamento da água.
2º Congresso Catarinense de Saneamento será nos dias 6, 7 e 8 de junho em Florianópolis e debaterá soluções para o desenvolvimento sustentável das cidades.
Metais pesados são um grupo de elementos que podem ser prejudiciais à saúde em grandes quantidades dentro de um organismo. Entre os mais perigosos e abundantes estão o Mercúrio, Cádmio, Chumbo, Arsênico e Cromo.
Unidade faz parte das obras previstas no contrato de concessão e custou cerca de R$ 5 milhões. ETE deve tratar 100% dos dejetos produzidos na cidade até setembro de 2018.
O vice-presidente da Assemae, Rodopiano Evangelista, fez a abertura do painel para um auditório lotado e aproveitou para destacar a importância do debate. “As alternativas de financiamentos são o tema central deste congresso”, avaliou.
A seção Temas em Debate da Revista de Direito Sanitário trata do direito à água e à saúde públicas.
Foram avaliados requisitos gerenciais, como a organização, o sistema de qualidade, o controle de documentos e o atendimento ao cliente.
Na ocasião, o presidente da Assemae, Aparecido Hojaij, destacou a contribuição da entidade a favor do saneamento básico.
A professora Ana Lúcia Britto, do Programa de Pós-graduação e Urbanismo da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da UFRJ (Pró-Urbe), está apreensiva.
Com investimentos de R$ 128,4 milhões aportados pelo Governo de Minas Gerais, a Companhia executou as obras em tempo recorde (seis meses e 20 dias).
Desde janeiro de 2015 a Copasa tem feito investimentos de porte para melhorar a oferta de água e ampliar os serviços de esgotamento sanitário.
Com uma população crescente, estratégias devem ser pensadas para evitar o colapso hídrico na cidade.
O estudo simulou a transferência de água por tubulações subaquáticas e analisou a viabilidade da proposta.
Dificuldades de gestores na escolha e preocupação financeira e ambiental motivaram criação do programa por pesquisadores da USP.
Os produtos químicos utilizados para o tratamento de água nos sistemas ou soluções alternativas coletivas de abastecimento de água para consumo humano podem introduzir à água características indesejáveis e/ou prejudiciais à saúde humana.
Com quase 526 mil habitantes em uma área de produção agrícola de mais de 2.5 milhões de hectares, o estado do Rio de Janeiro realiza de 22 a 24 de maio, mais uma ação para ampliar a instalação de tecnologias destinadas ao saneamento básico rural.
O Grupo Opersan, especializado e referência em soluções ambientais para águas e efluentes, acaba de anunciar o seu novo diretor Administrativo e Financeiro.
Se a limpeza urbana e a saúde humana e a ambiental dependem diretamente do saneamento básico, de uma rede de coleta e tratamento de esgoto eficiente.
O investimento será de R$ 7,8 milhões e vai aumentar a capacidade de abastecimento da unidade para cerca de 40% da cidade.
A vistoria técnica aconteceu na terça, dia 15 de maio, com representantes da empresa Sabesp e Prefeitura.