Muitos lugares no mundo têm acesso limitado à água e precisam utilizar bombas de água elétricas para extrair a água subterrânea. Mas a eletricidade nem sempre é disponível, então essas bombas tradicionalmente são movidas a geradores a diesel, que são poluentes, caros e exigem manutenção constante.
Estamos vivendo a maior crise de água da nossa história: sem chuva, os rios estão secando e atingindo níveis alarmantes.
Segundo episódio da web-série Volume Vivo expõe as possíveis consequências de uma gestão de recursos hídricos que tem como lógica buscar água cada vez mais longe ao mesmo tempo que negligencia as fontes de água próximas.
Com imagens de noticiários televisivos, depoimentos de especialistas e de quem já convive com o racionamento “não oficial” de água narra a resistência do governo paulista em admitir a gravidade da crise hídrica
O governo paulista vai ter que aumentar a vazão no Rio Jaguari, que havia sido reduzida neste mês, mas vai ter que reduzir a vazão na barragem de Paraibuna.
Com capacidade aumentada em mil litros por segundo beneficiando até 400 mil pessoas, a nova unidade de produção da Estação de Tratamento de Água do Alto da Boa Vista (ETA ABV).
Os 410 mil habitantes da cidade de Diadema, na região metropolitana de São Paulo, passam a contar com uma nova adutora de grande porte

Categoria de Vídeo: Abastecimento de Água

Muitos lugares no mundo têm acesso limitado à água e precisam utilizar bombas de água elétricas para extrair a água subterrânea. Mas a eletricidade nem sempre é disponível, então essas bombas tradicionalmente são movidas a geradores a diesel, que são poluentes, caros e exigem manutenção constante.
Estamos vivendo a maior crise de água da nossa história: sem chuva, os rios estão secando e atingindo níveis alarmantes.
Segundo episódio da web-série Volume Vivo expõe as possíveis consequências de uma gestão de recursos hídricos que tem como lógica buscar água cada vez mais longe ao mesmo tempo que negligencia as fontes de água próximas.
Com imagens de noticiários televisivos, depoimentos de especialistas e de quem já convive com o racionamento “não oficial” de água narra a resistência do governo paulista em admitir a gravidade da crise hídrica
O governo paulista vai ter que aumentar a vazão no Rio Jaguari, que havia sido reduzida neste mês, mas vai ter que reduzir a vazão na barragem de Paraibuna.
Com capacidade aumentada em mil litros por segundo beneficiando até 400 mil pessoas, a nova unidade de produção da Estação de Tratamento de Água do Alto da Boa Vista (ETA ABV).
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Muitos lugares no mundo têm acesso limitado à água e precisam utilizar bombas de água elétricas para extrair a água subterrânea. Mas a eletricidade nem sempre é disponível, então essas bombas tradicionalmente são movidas a geradores a diesel, que são poluentes, caros e exigem manutenção constante.

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