PUBLICAR NO PORTAL | CONTATOS | ANUNCIE
 
Biblioteca
Abastecimento de Água
Bioenergia
Caldeira
Cursos & Eventos
Desmineralização
Hidrografia / Hidrologia
LEED / Green Building
Legislação
Meio Ambiente
Membranas Filtrantes
Metodologias de Análises
Projeto e Consultoria
Resíduos Sólidos
Reúso de Água
Saneamento
Tratamento de Água
Tratamento de Efluentes
Tratamento de Esgoto
Zeólitas
  MAPA DO SITE | Home / Notícias / Agência de águas rec...

18/5/2012 10:40:05
Agência de águas recomenda faixa mínima de 30 metros de vegetação nas margens de rios

Publicado por Carolina Gonçalves - Repórter da Agência Brasil / http://agenciabrasil.ebc.com.br
Compartilhar
Publicidade  

Brasília – A faixa de vegetação nas margens dos rios brasileiros tem que ser de, no mínimo, 30 metros, e o governo terá que criar políticas para reduzir os prejuízos dos agricultores, principalmente de pequenas propriedades, com a recuperação dessas áreas. Essa é a conclusão de um estudo apresentado pela Agência Nacional de Águas (ANA) ao Palácio do Planalto, que vai manifestar, nos próximos dias, o posicionamento sobre o novo Código Florestal. O projeto de lei aprovado no Congresso Nacional está na mesa da presidenta Dilma Rousseff, que vai decidir sobre a sanção ou o veto.

O texto elaborado pelo Senado Federal, depois alterado e aprovado na Câmara dos Deputados, já considerava a recomendação da ANA nos casos permanentes, a partir de 2008. A polêmica recai sobre os casos anteriores a essa data, envolvendo proprietários de terras que terão que recuperar áreas desmatadas.

“As áreas de proteção permanente [APPs] hídricas protegem encostas, impedem o carreamento de sedimentos para a água, conservam a qualidade da água e formam corredores para animais. A faixa mínima de 30 metros cumpre algumas dessas funções, como proteção de encostas”, explicou o diretor-presidente da ANA, Vicente Andreu.

Segundo ele, são essas funções que devem definir o quanto se deve recuperar e, não, a largura dos rios. “A largura dos rios é uma medida para fiscalizar, mas não é determinante. Os rios menores, como estão em áreas de encosta e nas margens mais altas, precisam de mais proteção porque são mais sensíveis aos efeitos. Quando [o projeto] fala em 30 metros é para o Rio São Francisco, mas também para córregos.”

Andreu reconhece que a decisão vai exigir sensibilidade política. Nos casos de pequenas propriedades, o impacto da recuperação de faixas de vegetação dessa extensão pode significar grandes perdas. Mas, para ele, é possível equalizar a questão com medidas políticas. “Não será uma proposta que agrada a todos, mas acho que será possível buscar uma solução que atenda às funções que se esperam com as APPs e a situação dos agricultores familiares. O grande problema é que quando se busca saída para os pequenos acaba contemplando os agricultores que têm condições de superar essas mudanças”, alertou.

Edição: Lana Cristina


Compartilhar
Clique aqui e comente


Mais Informações sobre o assunto

O desenvolvimento de mercados verdes
O ano da estupidez: ficção que poderá tornar...
Detecção de vapor d'água em planeta anima bu...
Degelo nos Andes vai deixar 77 milhões sem á...
Aquecimento global derrete geleiras chilenas...
Mais notícias

Prefeitura de Ibaretama assina concessão dos serviços de água e esgoto com...
A Companhia de Água e Esgoto do Cear...
São Paulo terá triagem mecanizada de materiais reciclados. Prefeito garant...
São Paulo – O prefeito de São Paulo,...
Corsan e Prefeitura de Braga buscam recursos para obras de esgotos
Para solicitar a parceria da Companhi...
Bonito recebe melhorias no sistema de esgoto
A Sanesul acaba de concluir mais uma ...
Governo busca parceria para universalização do saneamento em RO
O governo do Estado, por meio da Cae...
 
Busca avançada
 
Nota:  até 
 
Impressões:  até 
 
Publicada entre:
 até 
 
 
 

Comentário:


 

Av. do Café, 130, salas 33 e 34
São Paulo - SP - CEP: 04311-000
Tel.: (11) 3473.1207 / (11) 3562.0436
Acompanhe o portal nas redes sociais.